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Departamento de Justiça dos EUA
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O que as fontes disseram sobre Departamento de Justiça dos EUA
As fontes disseram que o Departamento de Justiça apoiou a xAI em uma disputa sobre a lei de Minnesota e investigou a Andreessen Horowitz por possível violação antitruste; também processou o Google por sua atuação no mercado de tecnologia de publicidade, mas uma juíza rejeitou o pedido para obrigá-lo a vender esse negócio. Em casos cibernéticos, anunciou acusações contra 17 integrantes do Instituto Mabna, a derrubada de um botnet e a apreensão de domínios do NightmareStresser, além de acusar 14 pessoas ligadas a uma conspiração de trabalhadores de TI norte-coreanos. O departamento também anunciou um acordo de US$ 400 milhões com o TikTok em um processo relacionado à COPPA, investigou possíveis violações de sanções pelo Binance e entrou com ação para confiscar US$ 84,2 milhões em contas da Capstone.
Citações

“Pinhasi typically charged MonsterCloud’s clients a fee that was substantially higher than the ransom that MonsterCloud secretly paid.”
A exploração financeira das vítimas é o cerne da acusação, mostrando o ganho ilegal obtido.
órgão governamental · ver em Security Affairs ↗
Menções

O Departamento de Justiça dos EUA anunciou ações coordenadas contra o esquema norte-coreano de trabalhadores de TI remotos.
A ação coordenada mostra que o caso envolve medidas federais contra uma operação que buscava financiar o regime norte-coreano.

O Departamento de Justiça dos EUA acusou 14 pessoas de envolvimento na conspiração de trabalhadores de TI norte-coreanos.
As acusações criminais representam uma frente judicial da ação contra o esquema.

Pinhasi cobrava dos clientes valores muito superiores aos resgates que pagava aos criminosos, lucrando com a diferença.
A exploração financeira das vítimas é o cerne da acusação, mostrando o ganho ilegal obtido.

Zohar Pinhasi, dono da MonsterCloud, foi acusado de fraude eletrônica e conspiração por enganar vítimas de ransomware.
As acusações formais contra Pinhasi estabelecem o cerne do caso: ele teria enganado clientes ao cobrar por soluções que, na prática, eram pagamentos de resgates.

Os servidores contrabandeados continham unidades de processamento gráfico (GPUs) dos EUA, comuns para inteligência artificial, segundo o Departamento de Justiça.
Os chips contrabandeados são de altíssima tecnologia, usados para IA, o que os torna alvo prioritário das restrições de exportação americanas.

Greg Lui usava documentos falsos para ocultar o destino final dos servidores, afirmando que eles iriam para usuários finais autorizados.
A falsificação documental é um dos elementos centrais da acusação, pois permitia burlar os requisitos do Departamento de Comércio dos EUA.
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