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Ray-Ban
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O que as fontes disseram sobre Ray-Ban
Os óculos inteligentes Ray-Ban da Meta foram alvo de queixa criminal na Alemanha pelo grupo HateAid por suposta violação de privacidade, e a empresa enfrenta um processo de US$ 193 bilhões movido por estados americanos por funções viciantes em crianças. A Meta aplicou uma atualização obrigatória para impedir gravação quando o LED fosse adulterado ou coberto, mas usuários contornavam iniciando a gravação antes de cobrir a luz. A empresa lançará uma versão sem câmera chamada 'Ray-Ban Meta Audio'; a Samsung não divulgou o preço de seus óculos, que podem custar mais que os US$ 300 dos Ray-Ban da Meta.
Menções

A Meta, da Mark Zuckerberg, vende versões 'inteligentes' dos óculos Ray-Ban e Oakley, que permitem filmar, tirar fotos e executar comandos de IA, já tendo vendido pelo menos 9 milhões de pares da versão Ray-Ban.
O contexto comercial mostra a popularidade crescente dos dispositivos que a Noruega quer restringir.

A Samsung não divulgou o preço dos óculos, mas relatos anteriores sugerem que podem custar mais que os US$ 300 dos Ray-Ban da Meta.
A falta de preço é uma lacuna importante, com expectativa de preço superior ao concorrente Meta.

A Meta lançará óculos inteligentes Ray-Ban sem câmera, chamados 'Ray-Ban Meta Audio'.
O lançamento responde diretamente às críticas que apelidaram os óculos com câmera de 'óculos pervertidos'.

A Meta aplicou anteriormente uma atualização obrigatória que impedia a gravação quando o LED de captura estivesse adulterado ou coberto, mas usuários contornavam iniciando a gravação antes de cobrir a luz.
Contextualiza a nova atualização como resposta a uma brecha específica no sistema anterior, demonstrando um esforço contínuo de fechar lacunas de privacidade.
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