O AGENTICO
Anthropic unifica memória do Claude e cria padrão para IA controlar máquinas físicas
8 fontesdesde 25 de agosto de 20269 artigos
A Anthropic anunciou mudanças na memória do Claude, unificando-a entre o chat e o Claude Cowork, permitindo que os usuários vejam, editem ou excluam tópicos lembrados, com tópicos sensíveis desativados por padrão. Além disso, a empresa abriu uma prévia de pesquisa do Model Hardware Standard (MHS), um padrão que permite a agentes de IA operar dispositivos físicos como microscópios e braços robóticos em laboratórios e fábricas, reduzindo o tempo de integração de semanas para horas.



Resumo
A Anthropic unificou o sistema de memória do Claude entre o chat e o Claude Cowork.
Permite alternar entre conversas e tarefas de agente sem perder contexto.
Os usuários podem visualizar, editar e excluir o que o Claude lembra, tópico por tópico.
Aumenta a transparência e o controle sobre os dados pessoais armazenados pela IA.
Tópicos sensíveis (saúde, origem étnica, crença religiosa ou política) não são armazenados por padrão, mas podem ser ativados pelo usuário.
Protege dados sensíveis, exigindo consentimento explícito para seu registro.
O Claude agora adiciona tópicos à memória durante as conversas, em vez de apenas resumir ao final.
Permite que o modelo registre informações em tempo real, melhorando a continuidade do contexto.
A memória entre o Claude Cowork e o chat foi unificada, permitindo que o que o Claude lembra em um ambiente seja usado no outro.
Isso elimina o retrabalho de reexplicar informações ao alternar entre pesquisa e execução de tarefas.
A memória está disponível também em dispositivos móveis, mas requer atualização para a versão mais recente do aplicativo no iOS e Android.
Garante que os usuários de celular saibam que precisam atualizar o app para ter a funcionalidade.
A memória agora pode ser lida, editada ou excluída tópico a tópico pelo usuário.
Esse controle é essencial para dar transparência e privacidade, evitando que dados indesejados fiquem salvos.
A atualização está disponível para Mac e iOS, além de web, desktop e dispositivos móveis.
A disponibilidade em múltiplas plataformas amplia o alcance da novidade, mas exige atualização dos apps móveis.
A Anthropic anunciou mudanças na memória do Claude, permitindo que os usuários vejam tudo o que a IA lembra, tópico por tópico, e editem ou excluam qualquer item.
Esse nível de controle dá transparência e autonomia ao usuário sobre os dados que a IA guarda, algo importante para privacidade e confiança.
A memória do Claude agora persiste entre o chat e o Claude Cowork, o agente de desktop da empresa.
Isso elimina a necessidade de repetir informações entre os dois ambientes, tornando o assistente contínuo.
A memória do Claude Cowork e do chat foi unificada, permitindo que informações lembradas em um ambiente sejam usadas no outro, reduzindo a necessidade de reexplicar contextos.
Isso elimina a repetição de informações ao alternar entre o chat e o Claude Cowork, tornando a interação mais fluida.
A memória para tópicos sensíveis está desativada por padrão, mas pode ser ativada nas configurações de memória.
Isso oferece controle ao usuário sobre dados sensíveis, que não são salvos automaticamente.
A Anthropic está abrindo uma prévia de pesquisa do Model Hardware Standard (MHS), uma especificação compartilhada para agentes de IA operarem dispositivos físicos com segurança, para um primeiro grupo de laboratórios científicos e fabricantes avançados.
O MHS é uma nova iniciativa da Anthropic para permitir que IA controle equipamentos físicos, começando com um grupo seleto de parceiros.
O desenvolvimento do MHS começou como uma colaboração entre a Anthropic e o HHMI Janelia Research Campus.
O padrão foi criado em parceria com uma instituição de pesquisa, o que reforça seu foco científico.
O MHS permite que agentes de IA operem instrumentos de laboratório e fabricação, como microscópios, manipuladores de líquidos e braços robóticos, em paralelo.
A especificação é projetada para controlar equipamentos complexos de forma simultânea e autônoma.
O MHS reduz o trabalho de integração de hardware de semanas ou meses para horas ou minutos, usando uma interface unificada em vez de APIs específicas de cada dispositivo.
A padronização simplifica o setup de equipamentos, acelerando a automação de experimentos.
A Anthropic compartilhará uma versão inicial do MHS com parceiros para colaborar no desenvolvimento de avaliações de segurança e melhores práticas antes de tornar o padrão open source.
A empresa pretende validar a segurança do sistema com terceiros antes de liberá-lo publicamente.
A motivação do MHS é acelerar a ciência, conectando a revisão de literatura e análise de dados com o mundo experimental.
A iniciativa busca fechar a lacuna entre a pesquisa teórica e a aplicação prática em laboratórios.
A Anthropic está abrindo uma prévia de pesquisa do Model Hardware Standard (MHS), uma especificação compartilhada para agentes de IA operarem dispositivos físicos com segurança.
O MHS é um padrão que define como agentes de IA devem interagir com equipamentos físicos, o que é um passo importante para a IA atuar no mundo físico.
O MHS reduz o trabalho de integração de hardware de semanas ou meses para horas ou minutos.
A simplificação da integração de equipamentos pode reduzir drasticamente o tempo necessário para configurar laboratórios e fábricas.
A Anthropic está compartilhando uma versão inicial do MHS com parceiros para colaborar no desenvolvimento de avaliações de segurança antes de tornar o padrão open source.
A abordagem cautelosa da Anthropic em relação à segurança é importante para evitar usos indevidos do padrão, como o desenvolvimento de armas biológicas.
O MHS permite que agentes de IA raciocinem sobre cada etapa de um experimento, atualizem parâmetros em tempo real e, em alguns casos, se recuperem de erros de hardware sem intervenção.
A capacidade de recuperação autônoma e raciocínio passo a passo é fundamental para a operação contínua e eficiente de experimentos autônomos.
A Anthropic está disponibilizando uma versão de pesquisa do Model Hardware Standard (MHS) para um primeiro grupo de laboratórios científicos e fabricantes avançados.
Isso marca o início do uso prático do padrão, permitindo que instituições testem a tecnologia em ambientes reais antes de ela ser amplamente adotada.
A Anthropic está abrindo uma prévia de pesquisa do Model Hardware Standard (MHS) para um primeiro grupo de laboratórios científicos e fabricantes avançados.
Isso marca o início do teste público da tecnologia, que ainda não está amplamente disponível.
A Anthropic anunciou que a memória do Claude agora persiste entre o chat e o agente de desktop Claude Cowork, permitindo que o assistente lembre informações de um contexto no outro sem a necessidade de reexplicar.
Esta mudança elimina a necessidade de retrabalho, melhorando a continuidade das tarefas entre diferentes produtos da Anthropic.
Os usuários podem agora visualizar, editar ou excluir os tópicos que o Claude lembra.
Maior transparência e controle do usuário sobre os dados armazenados pela IA.
Tópicos sensíveis como saúde, origem étnica, religião ou crenças políticas não são armazenados na memória do Claude por padrão, mas podem ser ativados pelo usuário nas configurações.
A configuração padrão protege a privacidade dos usuários em áreas consideradas sensíveis.
A memória do Claude agora adiciona tópicos durante as conversas, em vez de apenas resumir a conversa quando ela termina.
Essa mudança permite que o Claude retenha informações de forma mais contínua e contextual ao longo do uso.
O Model Hardware Standard (MHS) pode permitir que agentes de IA coordenem equipamentos e realizem tarefas complexas com pouca intervenção humana em experimentos científicos e fábricas.
Isso mostra a aplicação prática do MHS em automação e integração de dispositivos físicos.
O MHS facilita a programação de instrumentos científicos ao substituir APIs específicas de cada dispositivo por uma interface unificada que fornece um conjunto padronizado de comandos de configuração.
Isso explica como o padrão supera uma das maiores barreiras técnicas para a automação em laboratórios.
A motivação da Anthropic com o MHS é acelerar a ciência, conectando a revisão de literatura e análise de dados com o mundo experimental, do qual participou o físico quântico Alek Kemeny.
A citação de um desenvolvedor do projeto reforça o objetivo central de conectar o mundo digital dos chatbots com o físico dos experimentos.
A Anthropic já compartilhou o MHS com um grupo seleto de laboratórios e fabricantes de hardware em biotecnologia, robótica e computação quântica antes do anúncio público.
Isso indica que o padrão já foi testado em ambientes reais, fornecendo dados sobre sua redução no tempo de integração de dispositivos.
O MHS pode ajudar agentes de IA a coordenar equipamentos e realizar tarefas complexas com pouca intervenção humana, incluindo a calibração de lasers em computadores quânticos.
Essa é uma aplicação prática citada pela própria Anthropic, demonstrando a capacidade do padrão em tarefas de alta precisão.
O MHS permite coordenar tarefas autônomas em experimentos, com agentes capazes de operar 24 horas por dia e se recuperar de erros de hardware sem intervenção humana.
Aponta a capacidade de autonomia do padrão, essencial para operações contínuas e redução de falhas em ambientes de pesquisa e fabricação.
Citações
“if those are the topics you’re tired of re-explaining, you can turn them on in Memory settings”
— Anthropic, empresa
“Cowork now has memory, and it’s the same one you use in chat, leading to less re-explaining and more picking up where you left off”
— Anthropic, Empresa
“On iOS and Android, update to the latest version of the mobile app to get the most recent updates.”
— Anthropic, Empresa
“Cowork now has memory, and it’s the same one you use in chat, leading to less re-explaining and more picking up where you left off,” Anthropic says.”
— Anthropic, Empresa
“Claude does not store subjects considered sensitive, like health or beliefs, to memory by default, but if those are the topics you’re tired of re-explaining, you can turn them on in Memory settings”
— Anthropic, empresa
“The impetus is wanting to accelerate science,” says Alek Kemeny, a quantum physicist who co-led the development. “How do we close the loop between accelerating literature review and data analysis—and bring that power to the experimental world?”
— Alek Kemeny, físico quântico e co-líder do desenvolvimento do MHS
“We’re opening a research preview of the Model Hardware Standard (MHS), a shared specification for AI agents to safely operate physical devices, to a first group of scientific research labs and advanced manufacturers.”
— Anthropic, Empresa
“MHS reduces this integration work to hours or minutes.”
— Anthropic, Empresa
“We’re sharing an early version of MHS with partners across science, robotics, electronics, and manufacturing so we can collaborate to build safety evaluations and develop best practices for AI systems operating physical equipment, ahead of making the standard open source.”
— Anthropic, Empresa
“agents able to reason through each step in an experiment, update parameters in real time, and, in some cases, recover from hardware errors without intervention.”
— Anthropic, Empresa
“The impetus is wanting to accelerate science,” says Alek Kemeny, a quantum physicist who co-led the development. “How do we close the loop between accelerating literature review and data analysis—and bring that power to the experimental world?”
— Alek Kemeny, Físico quântico que co-liderou o desenvolvimento na Anthropic
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