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Apple alega uso de esquema confidencial por ex-funcionário em novo pedido contra OpenAI
7 fontesdesde 27 de agosto de 202610 artigos
A Apple divulgou novas evidências em seu processo contra a OpenAI, baseadas na análise forense do MacBook do ex-funcionário Chang Liu. A empresa alega que Liu usou um esquema de circuito confidencial em seu trabalho na OpenAI e tentou destruir provas. A OpenAI rebateu, chamando a disputa de 'uma bagunça da própria Apple'.



Resumo
A Apple apresentou novas evidências em seu processo contra a OpenAI, incluindo a análise forense do MacBook de um ex-funcionário, Chang Liu.
Este é o fato central do novo documento judicial, que fortalece a acusação da Apple contra a OpenAI.
A Apple alega que Chang Liu baixou um esquema de circuito confidencial e o usou em seu trabalho na OpenAI.
Esta é uma das acusações específicas listadas pela Apple no novo documento.
A Apple afirma que Liu e outros na OpenAI estavam cientes do acesso não autorizado ao armazenamento em nuvem da Apple.
Esta acusação sugere cumplicidade da OpenAI nas ações de Liu.
A Apple alega que Liu instruiu uma colega da OpenAI a destruir evidências após saber da investigação interna da Apple.
Esta acusação de obstrução de justiça é um dos pontos mais graves do processo.
A Apple afirma que Liu usou uma ferramenta de engenharia interna da Apple em seu trabalho na OpenAI.
Esta é outra evidência de uso de propriedade intelectual da Apple em benefício da OpenAI.
A Apple apresentou novas evidências em sua tentativa de acelerar o processo de descoberta de provas, incluindo a análise forense recente do MacBook de Chang Liu, que revelou o que a empresa chama de 'evidência chocante'.
A Apple usa a análise do laptop como base para argumentar que seu pedido de descoberta de provas é legítimo e necessário.
A defesa de Liu alega que ele acessou arquivos da Apple após sair da empresa para ajudar ex-colegas.
A defesa de Liu apresenta uma motivação pró-ativa para o acesso dele aos sistemas da Apple.
A OpenAI apresentou uma nova petição pedindo a rejeição da ação da Apple, argumentando que a denúncia não atende aos requisitos legais.
Isso é importante porque a OpenAI está tentando encerrar o caso antes que ele prossiga, com base em falhas técnicas na denúncia da Apple.
A OpenAI respondeu ao novo pedido de descoberta acelerada da Apple, chamando a disputa de 'uma bagunça da própria Apple' e argumentando que a Apple não mostrou que informações confidenciais foram realmente roubadas.
Isso mostra a estratégia de defesa da OpenAI, que tenta desviar a culpa para as práticas internas da Apple e questionar a base técnica do caso.
A Apple apresentou novas evidências em seu processo contra a OpenAI, incluindo a análise forense do MacBook de Chang Liu, que revelou 'evidência chocante'.
Novos detalhes sobre o suposto roubo de segredos comerciais foram revelados pela Apple.
A Apple alega que Liu baixou um esquema de circuito confidencial e o usou em seu trabalho na OpenAI, e que instruiu uma colega a destruir evidências.
As acusações da Apple contra o ex-funcionário envolvem o uso de informações confidenciais e obstrução de justiça.
Em resposta, a OpenAI pediu à justiça a rejeição da ação da Apple, argumentando que a disputa é 'uma bagunça da própria Apple'.
A OpenAI responde às acusações, afirmando que a Apple é responsável pela situação e que não houve roubo de segredos.
A Apple alega que Liu usou uma ferramenta de engenharia interna da Apple em seu trabalho na OpenAI, e que a OpenAI tem conhecimento do acesso não autorizado.
As acusações da Apple indicam que o uso de tecnologia proprietária se estende a ferramentas de engenharia.
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