O AGENTICO
Apple cresce enquanto vendas globais de smartphones caem em vários mercados.
2 fontesdesde 20 de agosto de 20262 artigos
Relatórios da Counterpoint Research mostram quedas nas vendas e embarques de smartphones na Europa, América Latina, China e Índia, enquanto a Apple ganhou participação em várias regiões. A Apple superou rivais na Índia e aumentou sua fatia na Europa e América Latina, apesar do mercado em contração.


Resumo
Os embarques de smartphones na Europa caíram 10% na comparação anual no segundo trimestre de 2026, atingindo 35 milhões de unidades, o menor volume em três anos.
A queda de 10% nos embarques na Europa indica contração do mercado, influenciada por inflação e aumento de custos de componentes.
Os embarques de smartphones na América Latina caíram 10% no segundo trimestre de 2026, a maior queda anual desde o terceiro trimestre de 2023.
A queda na América Latina é a maior desde 2023, refletindo pressões econômicas, mas Apple e Samsung resistem.
As vendas de smartphones na Índia caíram 14% entre o final de março e o início de agosto de 2026, enquanto a Apple cresceu 15% no período.
A queda de 14% nas vendas indianas e o crescimento de 15% da Apple destacam a resiliência da marca em mercados emergentes.
As vendas de smartphones na China caíram 8,6% ano a ano nas primeiras 30 semanas de 2026, com o declínio voltando a dois dígitos após o festival de compras 618.
A queda na China, principal mercado do mundo, reflete o impacto da inflação de memória e sazonalidade, pressionando fabricantes locais e globais.
Na Índia, as vendas de smartphones caíram 14% entre o fim de março e o início de agosto de 2026, com o mercado recuando por três semanas consecutivas após as promoções de julho; a Counterpoint prevê queda de cerca de 13% no ano.
A contração na Índia, combinada com a expectativa de queda anual, mostra que promoções apenas antecipam demanda, e a Apple ainda consegue crescer 15% no período.
As vendas de smartphones na Índia caíram 14% no período entre final de março e início de agosto, com três semanas consecutivas de declínio após as grandes promoções de julho.
Queda percentual e sequência de semanas em declínio no mercado indiano.
Na Europa, os embarques de smartphones caíram 10% na comparação anual no segundo trimestre de 2026, atingindo o menor volume em três anos; a Apple ganhou 9 pontos percentuais de participação, empatando com a Samsung em 34% cada.
A queda na Europa foi acentuada, mas a Apple e a Samsung lideraram o mercado com participação igual.
Na América Latina, os embarques de smartphones caíram 10% na comparação anual no segundo trimestre de 2026, a maior queda desde o terceiro trimestre de 2023; a Apple e a Samsung foram as únicas marcas a crescer, com alta de 5% e 6%, respectivamente, e a Apple agora detém cerca de 51% do mercado de aparelhos acima de US$ 600.
Apesar da queda geral, Apple e Samsung se destacaram, com a Apple dominando o segmento premium.
Na China, as vendas de smartphones caíram 8,6% na comparação anual nas primeiras 30 semanas de 2026, com o declínio voltando a dois dígitos após o festival de compras 618; a Apple entrou em sua 'sazonalidade fraca' em julho, antes do lançamento do novo iPhone, com parte da demanda sendo antecipada para o 618.
O mercado chinês encolheu, mas a Apple conseguiu algum alívio com vendas antecipadas durante o 618.
Na Índia, as vendas de smartphones caíram 14% entre o final de março e o início de agosto de 2026, com três semanas consecutivas de quedas após as grandes promoções de julho; a Apple cresceu 15% no período, superando todos os rivais, impulsionada pela forte demanda pelo iPhone 17 e ofertas de financiamento contínuas.
A Índia teve queda acentuada, mas a Apple foi a exceção com crescimento expressivo.
A Counterpoint Research projeta que o mercado indiano de smartphones deve fechar 2026 com queda de cerca de 13%.
A expectativa para o resto do ano na Índia é de continuação do declínio.
Citações
“Counterpoint said the market contracted 8.6% year over year, “with the decline returning to double digits after the 618 shopping festival amid seasonal weakness and continued memory cost inflation.”
— Counterpoint Research, market research firm
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