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Fortinet revela Evooo1Bot, botnet Linux não documentado baseado em Mirai

4 fontesdesde 16 de agosto de 20268 artigos

Pesquisadores da Fortinet FortiGuard Labs revelaram o Evooo1Bot, um botnet Linux não documentado que reutiliza o motor DDoS do Mirai e adiciona comunicações C2 criptografadas, scanner SSH, proxy SOCKS5 e coleta de credenciais. Ativo desde julho de 2026, o malware explora 18 CVEs conhecidas e se comunica exclusivamente pela porta 443 para dificultar a detecção.

Resumo

  • O Evooo1Bot é um botnet Linux não documentado, baseado no Mirai, que estende o framework original com capacidades como C2 criptografado, scanner brute-force SSH, módulo SOCKS5 e coleta de credenciais.

    Isso importa porque combina código amplamente conhecido com novas técnicas, tornando a ameaça mais perigosa e difícil de detectar.

  • O botnet está ativo desde julho de 2026, explorando vulnerabilidades conhecidas em dispositivos acessíveis pela internet para distribuir o malware.

    Isso indica que a ameaça já existe há vários meses, exigindo que administradores apliquem patches urgentemente.

  • O nome Evooo1Bot deriva da string hardcoded 'evooo1' encontrada em todos os binários do malware.

    Esse detalhe técnico ajuda pesquisadores a identificar e rastrear variantes da família.

  • O bot se comunica exclusivamente pela porta 443, misturando o tráfego com conexões HTTPS esperadas para dificultar a detecção.

    A escolha da porta 443 é intencional para ocultar o controle do botnet em meio ao tráfego legítimo, complicando a ação de firewalls e sistemas de detecção.

  • O botnet Evooo1Bot explora 18 CVEs conhecidas, algumas de 2007, para comprometer dispositivos acessíveis pela internet.

    A quantidade e a idade das vulnerabilidades mostram que o botnet age de forma oportunista, mirando sistemas não corrigidos, o que amplia o risco para redes legadas.

  • Após obter acesso inicial, o bot executa um script que limpa o histórico do Bash para apagar evidências antes de baixar o binário do malware.

    Esse comportamento dificulta a análise forense e a detecção pós-comprometimento, aumentando a persistência do ataque.

  • O botnet Evooo1Bot foi divulgado pela Fortinet FortiGuard Labs em meados de agosto de 2026, após monitoramento desde julho do mesmo ano.

    A data da divulgação situa o evento no contexto recente de segurança, permitindo que organizações atualizem defesas rapidamente.

  • O Evooo1Bot é um botnet Linux não documentado que deriva do código-fonte do Mirai e transforma dispositivos acessíveis pela internet em proxies SOCKS5.

    Destaca o caráter inédito do malware e sua base no código do Mirai, ampliando as capacidades originais.

  • O botnet está ativo desde julho de 2026, explorando vulnerabilidades conhecidas em dispositivos públicos para distribuir o malware.

    Indica a operação atual do malware e seu método de propagação via falhas conhecidas.

  • O malware estende o framework Mirai com capacidades como C2 criptografado, scanner brute-force SSH, módulo SOCKS5, coletor de credenciais e arsenal de exploits para múltiplas vulnerabilidades.

    Essas adições ao código original do Mirai aumentam a sofisticação e a dificuldade de detecção.

  • O botnet explora 18 CVEs conhecidas, algumas datando de 2007, para comprometer dispositivos.

    A ampla gama de CVEs indica um alvo oportunista e uma ameaça severa para sistemas não atualizados.

Citações

  • While the malware reuses the DDoS engine from the publicly leaked Mirai source code, it extends the original framework with numerous capabilities, including encrypted C2 communications, an SSH brute-force scanner, a SOCKS relay module, a credential sniffer, and an integrated exploit arsenal targeting multiple known vulnerabilities,

    Fortinet, empresa de segurança

  • The name derives from the hardcoded string “evooo1” found in every binary.

    Fortinet, empresa de segurança

  • While the malware reuses the DDoS engine from the publicly leaked Mirai source code, it extends the original framework with numerous capabilities, including encrypted C2 communications, an SSH brute-force scanner, a SOCKS relay module, a credential sniffer, and an integrated exploit arsenal targeting multiple known vulnerabilities

    Fortinet FortiGuard Labs, pesquisadores de segurança

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