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Broadcom: ARK Invest compra ações, Benchmark reitera compra antes do balanço
2 fontesdesde 28 de agosto de 20265 artigos
Próximo ao balanço de 2 de setembro, a Broadcom recebe avaliações positivas: Benchmark reitera compra com preço-alvo de US$ 545 (ou US$ 512,36 na média), enquanto a ARK Invest de Cathie Wood comprou US$ 20,6 milhões em ações. Analista do Mizuho vê a queda recente como oportunidade de compra, apesar do risco do ASIC do Google.



Resumo
A Broadcom divulga seus resultados fiscais do terceiro trimestre de 2026 em 2 de setembro.
A data do balanço é um evento central para investidores, que aguardam os números para avaliar o desempenho da empresa.
Wall Street espera lucro por ação de US$ 3,22, um aumento de 90,5% em relação ao ano anterior.
A projeção de lucro é um indicador-chave de crescimento, mostrando a expectativa de forte desempenho da empresa.
A receita projetada é de US$ 29,24 bilhões, um aumento de 83,3% em relação ao ano anterior.
A receita é uma métrica fundamental para medir o crescimento do negócio principal da companhia.
A Broadcom co-desenvolveu o chip de inferência Jalapeño com a OpenAI, que superou os chips Blackwell da Nvidia em testes.
O desenvolvimento conjunto com a OpenAI e o desempenho superior aos chips da Nvidia são um diferencial competitivo importante para a Broadcom no mercado de IA.
A Anthropic encomendou US$ 21 bilhões em pedidos de TPUs (unidades de processamento tensor) para a Broadcom.
Pedidos de grande porte da Anthropic garantem receita futura e reforçam a posição da Broadcom no setor de semicondutores para IA.
As ações da Broadcom subiram 4,49% no dia, sendo negociadas a cerca de US$ 371,54 antes do balanço, com preço-alvo médio de US$ 511.
A alta das ações e o preço-alvo médio indicam confiança do mercado no potencial de valorização da empresa, apesar dos riscos.
O analista do Mizuho, Jordan Klein, vê a queda recente das ações como uma oportunidade de compra, citando que a Broadcom não teve reações negativas em dois balanços seguidos em quase 30 trimestres.
A visão otimista de um analista sobre a queda recente pode influenciar decisões de investimento, destacando a resiliência da empresa.
O principal risco para a Broadcom, segundo Jordan Klein, é o desenvolvimento de chips ASIC personalizados pelo Google, que poderia reduzir a receita da empresa com clientes de hyperscale.
A concorrência do Google no desenvolvimento de chips é um risco para o modelo de negócios da Broadcom no setor de IA.
A Benchmark reiterou a recomendação de compra para a Broadcom, com preço-alvo de US$ 545, antes do balanço de 2 de setembro.
O analista Cody Acree, da Benchmark, manteve sua recomendação de compra e preço-alvo de US$ 545 para as ações da Broadcom, vendo a queda recente como ponto de entrada melhor. Uma matéria citou preço-alvo de US$ 545, outra de US$ 512,36 — a ordem de grandeza é a mesma.
A ARK Invest, de Cathie Wood, comprou cerca de US$ 20 milhões em ações da Broadcom em 28 de agosto.
Fundos da ARK Invest adquiriram 55.131 ações da Broadcom, somando mais de US$ 20 milhões (uma matéria cita US$ 20,6 milhões), enquanto venderam cerca de US$ 18,2 milhões em AMD.
O preço-alvo médio dos analistas para a Broadcom é de cerca de US$ 512, com potencial de alta de 39%.
Uma matéria citou o preço-alvo médio de US$ 512,36, implicando um potencial de valorização de 39% em relação ao preço atual de cerca de US$ 368,62.
A Broadcom historicamente tem um movimento pós-balanço de 2 a 3 vezes maior que o da Nvidia.
Segundo matéria do Mizuho, as ações da Broadcom tendem a se mover de 2 a 3 vezes mais do que as da Nvidia após a divulgação de resultados, tornando o print de 2 de setembro um evento de alto risco.
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