O AGENTICO
Credores da Braskem exigem US$ 3 bilhões dos controladores
3 fontesdesde 22 de setembro de 20264 artigos
Detentores de títulos da Braskem rejeitaram a proposta de reestruturação da companhia e agora exigem que Petrobras e IG4 aportem US$ 3 bilhões, valor maior que os US$ 2 bilhões oferecidos. As negociações seguem distantes, e o risco de um pedido de falência voltou a ser mencionado. Enquanto isso, o Ministério Público de São Paulo recomendou à Justiça a suspensão de novos aportes ligados à Braskem Idesa, no México.



Resumo
Credores da Braskem exigem que os controladores Petrobras e IG4 aportem US$ 3 bilhões para viabilizar a reestruturação da dívida, valor superior aos US$ 2 bilhões propostos pela empresa.
O aporte bilionário é condição central para o acordo, mas a distância entre as partes pode levar a um pedido de falência.
A Braskem havia proposto aos credores um aporte de US$ 2 bilhões, sendo US$ 1,25 bilhão para recompra de dívidas com desconto e US$ 750 milhões para capital de giro.
A proposta original da empresa foi rejeitada, mostrando o descompasso entre as expectativas.
Os credores não aceitaram a proposta da Braskem e os dois lados seguem muito distantes, com a possibilidade de falência voltando a ganhar destaque nas discussões.
A falta de acordo aumenta o risco de colapso financeiro da petroquímica.
O Ministério Público de São Paulo recomendou à Justiça a suspensão de novos aportes, desembolsos e garantias relacionados à reestruturação da Braskem Idesa, no México, podendo impactar até US$ 800 milhões.
A medida cautelar visa preservar o caixa enquanto não houver esclarecimentos sobre a operação mexicana.
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