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Dexco vende unidade em SC e CSN avança em venda de cimento
4 fontesdesde 03 de agosto de 20268 artigos
A Dexco anunciou a venda de sua unidade em Urussanga para a Cerâmica Carmelo Fior por R$ 170 milhões, com pagamento em 2026 e sujeito ao Cade. A CSN recebeu segunda rodada de propostas por sua unidade de cimento, com ofertas acima de R$ 10 bilhões de concorrentes como Huaxin e consórcio Votorantim-Cementir, e estuda manter participação minoritária.



Resumo
A Natura foi condenada por litigação de má-fé após usar prompt injection em documentos de um processo judicial, com multa de R$ 5 mil e remoção da consumidora do cadastro de inadimplentes.
O caso destaca os riscos legais do uso de técnicas de manipulação de IA no ambiente jurídico brasileiro.
A Meta foi condenada a pagar US$ 567 milhões pela Justiça do Novo México, que classificou suas redes sociais como incômodo público e as comparou à poluição do ar, devido a danos à saúde mental de adolescentes.
A decisão inédita pode influenciar ações judiciais semelhantes contra redes sociais em outros estados americanos.
A Dexco anunciou a venda de sua unidade industrial em Urussanga, Santa Catarina, para a Cerâmica Carmelo Fior por R$ 170 milhões, com pagamento ao longo de 2026, sujeito à aprovação do Cade.
A venda integra a reorganização da divisão de revestimentos da Dexco, que concentrará produção em Botucatu e Criciúma, impactando o setor cerâmico.
As ações da CSN lideram ganhos do Ibovespa após segunda rodada de propostas por sua unidade de cimento, com concorrentes como Huaxin e consórcio Votorantim-Cementir, valores acima de R$ 10 bilhões e participação da Polimix.
A possível venda da unidade de cimento pode reduzir o endividamento da CSN, influenciando sua avaliação no mercado de ações.
A venda da unidade de Urussanga inclui terreno, planta industrial e parte dos equipamentos, e a produção será concentrada em Botucatu (SP) e Criciúma (SC).
A reorganização visa otimizar a capacidade instalada e ampliar a eficiência operacional da Dexco.
A CSN está realizando uma segunda rodada de propostas por sua unidade de cimento, com concorrentes como a chinesa Huaxin e um consórcio de Votorantim e Cementir, com valores esperados acima de R$ 10 bilhões.
A venda da unidade de cimento é parte do plano da CSN para reduzir seu endividamento.
A CSN estuda manter uma participação minoritária no negócio de cimento, segundo a Bloomberg News.
A manutenção de participação minoritária pode fazer parte da estratégia de desalavancagem da CSN.
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