O AGENTICO
Grok enfrenta bug de respostas sem sentido e nova ação judicial
6 fontesdesde 20 de agosto de 20266 artigos
Usuários do Grok, chatbot da xAI, relataram respostas sem sentido em Grok Lite, com a empresa confirmando o problema como um glitch temporário raro. Separadamente, uma nova ação judicial coletiva foi movida contra a xAI, alegando que o modelo foi treinado com imagens de abuso sexual infantil (CSAM). O bug pareceu limitado a Grok.com, sem afetar a conta no X.



Resumo
O bug que gerou respostas sem sentido parece ter sido limitado ao Grok.com, não afetando a conta do Grok no X, e o problema foi confirmado pela conta oficial como um 'glitch temporário raro'.
A distinção entre as plataformas e a resposta oficial ajudam a contextualizar a gravidade do problema, indicando uma falha isolada em vez de uma crise sistêmica.
Os usuários afetados pelo bug relataram que o problema começou na quarta-feira de manhã no Grok Lite, com a TechCrunch não conseguindo reproduzir a falha e com relatos de que o problema persistia mesmo após atualizar a sessão.
A dificuldade em reproduzir e a persistência do problema para alguns usuários sugerem uma falha complexa e intermitente, aumentando a confusão e a frustração dos afetados.
O Google Store está rejeitando trocas de Pixel 10 por Pixel 11, removendo créditos e cobrando valores nos cartões dos clientes.
O erro central afeta diretamente consumidores que usaram o programa de trade-in, gerando cobranças inesperadas.
O problema ocorre somente com aparelhos da série Pixel 10, que são classificados como 'desconhecidos ou não suportados' na avaliação.
A especificidade do erro indica uma falha no sistema de avaliação do parceiro de trade-in do Google.
Alguns clientes receberam crédito instantâneo, mas depois foram cobrados novamente; outros tiveram os aparelhos devolvidos.
As consequências variam: alguns veem a cobrança voltar, outros recebem o celular de volta, criando confusão generalizada.
O suporte do Google reconheceu o problema como um erro conhecido, mas não há solução clara ou prazo para correção.
A falta de uma resposta definitiva do suporte aumenta a frustração dos usuários afetados.
Uma nova ação judicial coletiva foi movida contra a xAI (agora SpacexAI) por uma sobrevivente de abuso sexual infantil, alegando que o Grok foi treinado com datasets contendo CSAM e gerou novas imagens explícitas dela.
É um desdobramento legal significativo que pode impactar a reputação e as operações da xAI, destacando alegações graves sobre o uso de material ilegal no treinamento do modelo.
A ação judicial alega que o Grok não bloqueou conteúdo explícito nem preveniu deepfakes sexualizados não consensuais de pessoas reais, e que as imagens da vítima foram usadas para treinar o modelo.
As acusações vão além dos bugs, apontando falhas sistêmicas na moderação e na curadoria dos dados de treinamento, o que pode levar a exigências de mudanças profundas na empresa.
Sarah London, advogada da vítima, afirmou que a xAI deve ser responsabilizada por treinar seus modelos com imagens do abuso sofrido por sua cliente e de outras sobreviventes.
A declaração da advogada dá peso humano à ação e reforça a gravidade das alegações, que podem influenciar a opinião pública e reguladores.
As imagens de CSAM são verificadas e armazenadas pelo NCMEC, que as converte em assinaturas digitais para prevenir sua disseminação.
O papel do NCMEC é central na identificação e combate à disseminação de material de abuso, e a menção a esse mecanismo pode ser usada para avaliar se a xAI tinha como detectar e filtrar tais conteúdos.
Citações
“xAI must be held responsible for knowingly training its models on images of the horrific abuse she suffered, and on the abuse images of every other survivor in this class.”
— Sarah London, advogada de Jane Doe
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