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Nasa divulga imagens da cratera deixada por foguete da SpaceX na Lua
7 fontesdesde 17 de agosto de 202612 artigos
A Nasa divulgou novas imagens da cratera formada após a colisão de um foguete da SpaceX com a Lua, em 5 de agosto. As fotografias, captadas pelo Orbitador de Reconhecimento Lunar (LRO), mostram a área atingida pelo estágio superior de um Falcon 9. Segundo os cientistas, a cratera tem aproximadamente 18 metros de largura e menos de 3 metros de profundidade.



Resumo
A Nasa informou que, sem a elevação de órbita, o telescópio Swift deve reentrar na atmosfera terrestre e queimar; a queda não é esperada antes de outubro.
Após mais de 20 anos de operação, a reentrada marca o fim de uma missão importante para o estudo de explosões cósmicas.
O observatório Swift, lançado em novembro de 2004, estuda explosões de raios gama; a perda de altitude foi acelerada pelo aumento da atividade solar.
O contexto mostra o valor científico da missão e explica por que a órbita decay rapidamente.
A missão de resgate do telescópio Swift, da NASA, foi cancelada; a nave Link, da Katalyst, não vai capturar nem elevar a órbita do observatório devido a problemas de controle de atitude, e o Swift deve reentrar na atmosfera e queimar, com queda não esperada antes de outubro; a missão custou US$ 30 milhões e o telescópio é avaliado em US$ 500 milhões.
O cancelamento significa a perda de um observatório científico valioso, que estudou explosões de raios gama por mais de 20 anos, e destaca os desafios do serviço em órbita.
A Nasa divulgou novas imagens da cratera formada pela colisão de um foguete da SpaceX com a Lua.
A agência espacial americana apresentou registros fotográficos do impacto lunar.
As imagens da cratera foram captadas pelo Orbitador de Reconhecimento Lunar (LRO) entre 11 e 12 de agosto.
O registro foi feito pelo satélite da Nasa cerca de uma semana após o impacto.
O impacto do estágio superior de um Falcon 9 na Lua ocorreu em 5 de agosto.
A colisão aconteceu após o foguete ficar meses em órbita não controlada.
A agência espacial da Coreia do Sul divulgou imagens do local do impacto em 6 de agosto.
Outra agência espacial também registrou a área da colisão antes da Nasa.
O estágio superior do Falcon 9 atingiu a Lua a cerca de 5.400 mph (8.700 km/h).
A velocidade do impacto é essencial para entender a energia envolvida na colisão.
Citações
“NASA and Katalyst Space announced Wednesday the LINK spacecraft will not capture or boost an agency satellite to a higher altitude to extend its science mission as planned," NASA wrote in a statement yesterday announcing the end of the rescue operation.”
O cancelamento significa a perda de um observatório científico valioso, que estudou explosões de raios gama por mais de 20 anos, e destaca os desafios do serviço em órbita.
— NASA, agência espacial · ver em Gizmodo ↗
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