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Nasa divulga imagens de cratera formada por foguete da SpaceX na Lua
7 fontesdesde 17 de agosto de 202612 artigos
A Nasa divulgou novas imagens da cratera deixada pelo impacto do estágio superior de um foguete Falcon 9 da SpaceX, que atingiu a Lua em 5 de agosto. As fotos, captadas pelo Orbitador de Reconhecimento Lunar (LRO) entre 11 e 12 de agosto, revelam uma cratera de cerca de 18 metros de largura e menos de 3 metros de profundidade. O foguete foi lançado em janeiro de 2025 com o módulo Blue Ghost 1 da Firefly Aerospace, e o impacto ocorreu perto da cratera Einstein a cerca de 5.400 mph (8.700 km/h).



Resumo
A missão de resgate do telescópio Swift, da Nasa, foi cancelada e a nave Link não vai capturar nem elevar a órbita do observatório.
O cancelamento encerra a tentativa de prolongar a vida útil do telescópio, que permanece em risco de reentrada.
A nave Link, da Katalyst, começou a girar de forma descontrolada em órbita após o lançamento em julho, devido a problemas no controle de atitude.
A falha na nave de serviço levou ao fim da missão e expõe dificuldade técnica no resgate orbital.
A Nasa informou que, sem a elevação de órbita, o telescópio Swift deve reentrar na atmosfera terrestre e queimar; a queda não é esperada antes de outubro.
Após mais de 20 anos de operação, a reentrada marca o fim de uma missão importante para o estudo de explosões cósmicas.
O observatório Swift, lançado em novembro de 2004, estuda explosões de raios gama; a perda de altitude foi acelerada pelo aumento da atividade solar.
O contexto mostra o valor científico da missão e explica por que a órbita decay rapidamente.
A missão de resgate do telescópio Swift, da NASA, foi cancelada e a nave Link, da Katalyst, não vai capturar nem elevar a órbita do observatório.
Sem a elevação de órbita, o telescópio Swift deve reentrar na atmosfera e queimar, pondo fim a uma missão científica de mais de duas décadas.
A nave Link começou a girar de forma descontrolada em órbita por problemas de controle de atitude; sem a elevação de órbita, o Swift deve reentrar na atmosfera, com queda não esperada antes de outubro.
O aumento da atividade solar acelerou a perda de altitude do Swift, tornando o fracasso do resgate mais custoso.
A missão de resgate do telescópio Swift, da NASA, foi cancelada; a nave Link, da Katalyst, não vai capturar nem elevar a órbita do observatório devido a problemas de controle de atitude, e o Swift deve reentrar na atmosfera e queimar, com queda não esperada antes de outubro; a missão custou US$ 30 milhões e o telescópio é avaliado em US$ 500 milhões.
O cancelamento significa a perda de um observatório científico valioso, que estudou explosões de raios gama por mais de 20 anos, e destaca os desafios do serviço em órbita.
O estágio superior de um foguete Falcon 9 da SpaceX colidiu com a Lua em 5 de agosto de 2026, criando uma cratera.
O impacto marca a primeira colisão não intencional de um foguete com a Lua, destacando os riscos do lixo espacial.
A cratera tem aproximadamente 18 metros de largura e menos de 3 metros de profundidade.
O tamanho da cratera ajuda a estimar a energia do impacto e os efeitos na superfície lunar.
O impacto ocorreu a cerca de 5.400 mph (8.700 km/h) perto da cratera Einstein.
A velocidade do impacto é um parâmetro crucial para estudar a física de colisões hiperveloces na Lua.
O Falcon 9 foi lançado em janeiro de 2025, com o módulo Blue Ghost 1, da Firefly Aerospace, e passou mais de um ano à deriva antes da colisão.
Explica a origem lixo espacial do foguete: ele foi usado em uma missão comercial de exploração lunar e ficou abandonado em órbita.
A Nasa divulgou imagens da cratera feitas pelo Orbitador de Reconhecimento Lunar (LRO) entre 11 e 12 de agosto, cerca de uma semana após o impacto.
Essas imagens são a principal evidência observacional da colisão e permitiram calcular o tamanho da cratera.
As imagens mostram faixas claras e escuras ao redor da cratera, e o material escuro foi ejetado de cerca de 45 centímetros abaixo da superfície lunar.
O padrão do material ejetado revela camadas do sola lunar que ficaram expostas pela força do impacto.
A Nasa divulgou novas imagens da cratera formada pelo impacto de um foguete da SpaceX com a Lua em 5 de agosto.
As novas imagens permitem observar os detalhes da cratera formada pela colisão do foguete da SpaceX com a superfície lunar.
As imagens foram captadas pelo LRO entre 11 e 12 de agosto.
O LRO obteve as imagens uma semana após o impacto, revelando a área atingida.
O foguete Falcon 9 foi lançado em janeiro de 2025 com o módulo Blue Ghost 1 da Firefly Aerospace.
O lançamento do Falcon 9 ocorreu com a missão privada Blue Ghost 1, que pousou com sucesso na Lua.
O impacto ocorreu perto da cratera Einstein a cerca de 5.400 mph (8.700 km/h) após o foguete ficar à deriva por mais de um ano.
A velocidade do impacto e sua localização próxima à cratera Einstein ajudam a caracterizar o evento.
O material escuro ao redor da cratera veio de cerca de 45 centímetros abaixo da superfície lunar.
A análise do material ejetado indica que o impacto atingiu camadas mais profundas do solo lunar.
Citações
“NASA and Katalyst Space announced Wednesday the LINK spacecraft will not capture or boost an agency satellite to a higher altitude to extend its science mission as planned," NASA wrote in a statement yesterday announcing the end of the rescue operation.”
— NASA, agência espacial
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