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Google libera desativação de marca d'água visível em conteúdo gerado por IA
11 fontesdesde 14 de agosto de 202611 artigos
O Google anunciou na sexta-feira (14) que usuários poderão desativar a marca d'água visível (ícone de estrela) em imagens, vídeos e músicas gerados por IA nos modelos Nano Banana, Omni e Lyria. A remoção é feita pela configuração "Marca d'água de mídia", dentro do Gemini e do Flow, com a ativação permanecendo como padrão. Ainda assim, as marcas invisíveis SynthID e os metadados C2PA continuam sendo usados para verificação de transparência.



Resumo
A função não estará disponível em países cuja legislação exige a manutenção da marca visível.
Destaca a restrição legal que limita a remoção da marca d'água em mercados com regulamentações específicas, mostrando que a transparência pode ser obrigatória.
As marcas d'água invisíveis SynthID e os metadados C2PA continuam sendo usados para transparência, mesmo com a remoção da marca visível.
A manutenção de SynthID e C2PA garante que a origem do conteúdo ainda possa ser verificada, equilibrando criatividade e segurança.
O Google está disponibilizando o código-fonte da biblioteca Credentio para permitir que desenvolvedores incorporem um mecanismo de validação local de conteúdo.
O lançamento do Credentio permite que terceiros validem conteúdo localmente, aumentando a confiança na autenticidade das mídias.
Google permite aos usuários desativar a marca d'água visível (ícone de estrela) em conteúdos gerados por IA, incluindo imagens, vídeos e músicas, nos modelos Nano Banana, Omni e Lyria.
Isso significa que os usuários podem remover o selo visual que indica que o conteúdo foi criado por IA, facilitando o uso profissional.
A mudança visa equilibrar controle criativo e segurança, conforme declarado por Josh Woodward, vice-presidente do Gemini, em publicação na rede social X na sexta-feira (14).
Woodward justificou a decisão como um equilíbrio entre a necessidade de criadores usarem os arquivos sem marcação e a necessidade de manter a transparência.
A configuração para desativar a marca d'água visível fica em 'Configurações > Marca d'água de mídia' no Gemini e no editor de vídeo Flow, e a ativação continua sendo o padrão do sistema; o recurso será liberado primeiro no Gemini e no Flow, com suporte para o Google Search em breve.
Os usuários poderão controlar essa opção diretamente nas configurações das ferramentas, com a marca visível permanecendo ativa por padrão.
O Google agora permite que usuários removam a marca d'água visível de imagens, vídeos e músicas gerados por IA, mantendo as marcas invisíveis SynthID e metadados C2PA.
Essa mudança afeta a forma como o público identifica conteúdo gerado por IA, pois a marca visível deixa de ser obrigatória, mas a procedência ainda pode ser verificada por mecanismos invisíveis.
A configuração para desativar a marca d'água visível fica em 'Configurações > Marca d'água de mídia', e a ativação continua sendo o padrão do sistema.
O usuário precisa acessar um menu específico para alterar a preferência, e o padrão mantém a marca visível ativa, garantindo que a maioria dos conteúdos continue identificável.
O recurso se aplica aos modelos Nano Banana, Omni e Lyria, e será liberado primeiro no Gemini e no Flow, com suporte para o Google Search em breve.
A novidade cobre os principais modelos de geração de mídia do Google e será implementada gradualmente, começando pelos aplicativos principais.
A mudança busca equilibrar controle criativo e transparência, pois marcas d'água visíveis podem tornar o conteúdo menos útil para trabalhos profissionais e criativos.
O Google reconhece que a marca visível atrapalha usos legítimos, mas mantém mecanismos invisíveis para preservar a identificação de IA.
O Google está disponibilizando como código aberto uma biblioteca chamada Credentio para que desenvolvedores incorporem um mecanismo de validação local em seus aplicativos.
Essa biblioteca permite verificar a autenticidade de conteúdo sem depender de serviços externos, reforçando a transparência.
Google está permitindo aos usuários desativar a marca d'água visível (ícone de estrela) em conteúdos gerados por IA, incluindo imagens, vídeos e músicas, nos modelos Nano Banana, Omni e Lyria.
Isso permite que usuários criem conteúdo sem a indicação visual de IA, mas mantém mecanismos de verificação.
O Google agora permite que usuários desativem a marca d'água visível (ícone de estrela) em imagens, vídeos e músicas gerados por IA, por meio da configuração 'Marca d'água de mídia' em Gemini e Flow, com a ativação como padrão.
Essa mudança aumenta o controle do usuário sobre o conteúdo gerado por IA, mas mantém mecanismos ocultos de identificação.
A remoção afeta apenas a marca d'água visível; as marcas d'água invisíveis SynthID e os metadados C2PA permanecem para transparência.
Isso garante que ainda seja possível verificar a origem do conteúdo, mesmo sem o ícone visível.
O recurso se aplica aos modelos Nano Banana, Omni e Lyria e será liberado primeiro no Gemini e no Flow, com suporte para o Google Search em breve.
Essa restrição inicial indica quais ferramentas serão afetadas e quando os usuários poderão utilizá-la.
A mudança busca equilibrar controle criativo e segurança, conforme declarado por Josh Woodward, vice-presidente do Gemini, em publicação na rede social X.
Isso contextualiza a decisão do Google de remover a marca visível, mantendo a transparência por outros meios.
O controle para desativar a marca fica em 'Configurações > Marca d&’água de mídia', e a opção ativada é o padrão do sistema.
O usuário pode escolher manter ou retirar o selo visível, mas na ausência de uma ação, a marca permanece até a configuração ser alterada.
O recurso é liberado primeiro para o Gemini e o Flow, com suporte para o Google Search em breve.
O lançamento é escalonado: a opção chega de início aos aplicativos principais e, depois, amplia a cobertura para a busca, trazendo o recurso a mais usuários.
O Google está disponibilizando como código aberto a biblioteca Credentio para validar conteúdo localmente nos aplicativos dos desenvolvedores.
A disponibilização open source permite que outras empresas integrem um mecanismo de verificação local de autenticidade, reduzindo a dependência de checagens em servidores.
Citações
“We’re striking a balance here between creative control and safety: while the visible watermarks are now optional, invisible SynthID watermarks and C2PA metadata are still being used for transparency.”
— Josh Woodward, Vice-presidente do Gemini
“We’re striking a balance here between creative control and safety: while the visible watermarks are now optional, invisible SynthID watermarks and C2PA metadata are still being used for transparency. So you can still use Gemini or Search to see if an image was AI-generated,” he wrote.”
— Josh Woodward, Vice-presidente do Gemini
“We’re striking a balance here between creative control and safety: while the visible watermarks are now optional, invisible SynthID watermarks and C2PA metadata are still being used for transparency. So you can still use Gemini or Search to see if an image was AI-generated.”
— Josh Woodward, VP for Google Gemini
“We’re striking a balance here between creative control and safety: while the visible watermarks are now optional, invisible SynthID watermarks and C2PA metadata are still being used for transparency. So you can still use Gemini or Search to see if an image was AI-generated,”
— Josh Woodward, vice-presidente do Gemini
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