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Gravadoras propõem regras para manter músicas de IA fora das paradas; Spotify expande produto
2 fontesdesde 31 de julho de 20262 artigos
As três maiores gravadoras, UMG, Sony e Warner, propuseram que músicas geradas por IA não entrem nas paradas oficiais, a menos que atendam critérios como serem 'substancialmente humanas'. Enquanto isso, o Spotify anunciou a expansão de seu produto de IA para remixes e covers, com a adesão da Merlin, que representa mais de 30 mil gravadoras independentes. O co-CEO do Spotify destacou que a iniciativa é focada em artistas reais, não em artistas falsos.


Resumo
As três maiores gravadoras (UMG, Sony e Warner) propuseram que músicas geradas por IA não entrem nas paradas oficiais, a menos que atendam critérios como serem 'substancialmente humanas'.
Isso define um padrão para impedir que conteúdo puramente artificial domine as paradas.
A proposta das gravadoras vai além de um plano de rotulagem apresentado pela RIAA, IFPI e SAG-AFTRA.
Mostra que a indústria quer regras mais rígidas do que apenas etiquetas.
A IFPI apoiou a proposta das gravadoras, mas nenhuma organização de paradas sinalizou adoção imediata.
Indica que a implementação ainda não está garantida no curto prazo.
O Spotify expandiu seu produto de IA para remixes e covers com consentimento, e a Merlin se juntou à iniciativa, trazendo mais de 30 mil gravadoras independentes.
Isso amplia o alcance da ferramenta, permitindo que mais artistas participem de forma legal.
O co-CEO do Spotify, Gustav Söderström, afirmou que o produto de IA da empresa será sobre 'artistas reais, não artistas falsos'.
Posiciona o Spotify como uma alternativa legal ao uso não autorizado de IA na música.
Citações
“Spotify co-CEO Gustav Söderström told investors on Tuesday’s call that the company’s AI music product will be about “real artists, not fake artists.”
— Gustav Söderström, co-CEO do Spotify
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