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IA cria genoma completo de vírus pela primeira vez, mostra estudo
6 fontesdesde 06 de agosto de 20267 artigos
Pesquisadores do Arc Institute e da Universidade Stanford usaram inteligência artificial para projetar o genoma completo de bacteriófagos, vírus que infectam apenas bactérias. O estudo, publicado na revista Science, gerou 16 vírus viáveis e reacendeu o debate sobre biossegurança.



Resumo
Pela primeira vez, uma IA projetou genomas completos de vírus funcionais.
Isso representa um avanço na biologia sintética, permitindo a criação de organismos nunca antes observados na natureza.
Os vírus criados pela IA são bacteriófagos, que infectam apenas bactérias e são inofensivos para humanos.
Por serem específicos de bactérias, esses vírus têm potencial para uso em terapias antibacterianas sem afetar células humanas.
O modelo de IA usado é o Evo, nas versões Evo 1 e Evo 2, treinado com milhões de genomas de diversas espécies.
O Evo é um modelo de linguagem genômica, similar ao ChatGPT, que aprendeu padrões em sequências de DNA para gerar novos genomas.
Dos vírus gerados pela IA, 16 se mostraram viáveis e capazes de infectar bactérias.
Esse resultado confirma que as sequências projetadas pela IA são funcionais e podem se replicar, um passo essencial para aplicações práticas.
O estudo foi publicado na revista Science em 6 de junho.
A publicação em uma revista de alto impacto valida o avanço e o torna acessível à comunidade científica.
Patrick Cai, biólogo sintético da Universidade de Manchester, afirmou que o feito é 'um marco importante'.
A avaliação de um especialista externo ao estudo ressalta a relevância do avanço para a comunidade científica.
Pela primeira vez, uma inteligência artificial projetou o genoma completo de um vírus funcional, não apenas um gene isolado.
Isso demonstra que a IA pode criar organismos completos, abrindo novas possibilidades na biologia sintética.
O modelo de IA utilizado foi o Evo, nas versões Evo 1 e Evo 2, treinados com milhões de genomas.
O Evo é um modelo de linguagem para DNA, similar aos LLMs de texto, capaz de gerar sequências biológicas.
Patrick Cai, biólogo sintético da Universidade de Manchester, classificou o feito como um marco importante.
A opinião de um especialista externo reforça a importância do avanço para a área.
Citações
“Este é um marco importante”, afirmou, ao The New York Times, Patrick Cai, biólogo sintético da Universidade de Manchester (Reino Unido), que não participou da pesquisa.”
— Patrick Cai, biólogo sintético da Universidade de Manchester
“Este é um marco importante”, afirmou, ao The New York Times, Patrick Cai, biólogo sintético da Universidade de Manchester (Reino Unido), que não participou da pesquisa.”
— Patrick Cai, biólogo sintético da Universidade de Manchester
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