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IA descobre falha crítica no Zoom que permitia invadir PCs e celulares
2 fontesdesde 11 de agosto de 20262 artigos
A Zoom corrigiu uma vulnerabilidade crítica que permitia a invasão silenciosa de celulares e computadores durante reuniões com compartilhamento de tela. A falha foi descoberta pela A Security com uso de inteligência artificial e menos de 20 comandos de texto. Batizado de Zoomsday, o ataque era do tipo zero-click e explorava um overflow no protocolo de anotações em tempo real.


Resumo
A Zoom corrigiu uma vulnerabilidade crítica que permitia a invasão silenciosa de computadores e celulares durante chamadas de vídeo.
A correção é importante porque a falha permitia acesso remoto total ao dispositivo sem qualquer ação do usuário.
A falha foi descoberta pela empresa de cibersegurança A Security, que utilizou modelos públicos de inteligência artificial e menos de 20 comandos de texto para explorar a vulnerabilidade.
A descoberta destaca o potencial da IA para acelerar a identificação de brechas de segurança, que antes levariam meses de trabalho.
O ataque, batizado de Zoomsday, era do tipo zero-click, não exigindo nenhuma interação da vítima.
O formato zero-click tornava a vulnerabilidade especialmente perigosa, pois a vítima não precisava clicar em nada para ser invadida.
A falha estava no protocolo de anotações em tempo real do Zoom, que apresentava um problema de buffer overflow permitindo execução remota de código.
O protocolo de anotações é usado para desenhar na tela compartilhada; a falha permitia que um participante injetasse código malicioso nos dispositivos dos demais.
Um invasor presente na reunião, seja anfitrião ou convidado, podia injetar códigos maliciosos nos dispositivos de todos os participantes, com o ataque funcionando nos dois sentidos.
Isso significa que tanto quem compartilha a tela quanto quem assiste podiam ser alvo do ataque sem nenhuma ação adicional.
A Zoom corrigiu uma vulnerabilidade crítica que permitia a invasão silenciosa de celulares e computadores durante chamadas de vídeo com compartilhamento de tela ativado.
Mostra que usuários comuns estavam expostos apenas por participar de uma reunião com tela compartilhada.
A falha foi descoberta pela empresa de cibersegurança A Security, que usou modelos públicos de inteligência artificial e menos de 20 comandos de texto para explorar a vulnerabilidade.
A exploração com IA e poucos comandos indica que ataques sofisticados podem se tornar mais fáceis e rápidos.
O ataque, batizado de Zoomsday, era do tipo zero-click e não exigia nenhuma interação da vítima.
Por não exigir ação do usuário, o ataque era praticamente invisível e difícil de ser evitado.
A falha estava no protocolo de anotações em tempo real do Zoom, que apresentava um buffer fixo de 128 bytes sem verificação de espaço, permitindo execução remota de código.
O buffer overflow nesse protocolo era a porta de entrada para o invasor assumir o controle do dispositivo.
Um invasor presente na reunião, anfitrião ou convidado, podia injetar códigos maliciosos nos dispositivos de todos os participantes, e o ataque funcionava nos dois sentidos.
Isso significa que qualquer participante de uma chamada poderia comprometer as outras pessoas, independentemente do papel na reunião.
As vulnerabilidades não exigiam nenhuma ação da vítima; bastava estar presente na chamada, sem clique, download ou sinal visível de invasão.
A ausência de qualquer sintoma ou interação torna o ataque especialmente perigoso para usuários comuns.
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