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Malone Lam tem audiência de acordo de culpa por roubo de US$ 245 milhões em Bitcoin

2 fontesdesde 07 de setembro de 20262 artigos

Malone Lam, de 22 anos, comparece a uma audiência em tribunal federal de Washington para tratar de um acordo de culpa. Ele é apontado como organizador de um grupo que usou engenharia social para roubar mais de US$ 245 milhões em Bitcoin de um investidor, além de outros crimes cibernéticos. O grupo, formado em jogos online como Minecraft, operou por cerca de dois anos e envolvia 12 a 18 membros.

Resumo

  • Malone Lam, de 22 anos, tem audiência em tribunal federal de Washington na terça-feira para tratar de um acordo de culpa.

    Isso indica um desfecho importante no caso de um dos maiores roubos de criptomoedas já registrados.

  • Lam se declarou culpado de acusação de racketeering e pode pegar até 20 anos de prisão, mas a sentença ainda não foi definida.

    A declaração de culpa é um passo significativo no processo e mostra a gravidade das acusações.

  • Procuradores afirmam que golpistas se passando por funcionários do Google e da Gemini convenceram um investidor de Washington a instalar software de acesso remoto e entregar códigos de segurança, resultando no roubo de mais de US$ 245 milhões em Bitcoin.

    Esse é o ato central do crime, mostrando a sofisticação da engenharia social usada pelo grupo.

  • O grupo criminoso, chamado de 'Social Engineering Enterprise' nos autos, era formado por 18 pessoas, com funções que iam de hackers de banco de dados a lavadores de dinheiro.

    Isso revela a estrutura organizada do crime e a escala das operações.

  • O grupo se formou a partir de amizades em jogos online, incluindo encontros no Minecraft, e operou por cerca de dois anos, com roubos individuais que variaram de US$ 800 mil a dezenas de milhões de dólares.

    Mostra a origem incomum do grupo e o impacto financeiro acumulado dos crimes.

  • Quando uma vítima mantinha criptomoedas em carteira de hardware, membros do grupo viajavam até a casa dela e arrombavam o local para roubar os dispositivos.

    Isso mostra a ousadia e a disposição do grupo para cometer crimes físicos além dos digitais.

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