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Manus anuncia separação da Meta e exclusão de dados de usuários
3 fontesdesde 11 de agosto de 20263 artigos
A startup chinesa de IA Manus informou que voltará a operar de forma independente, após a China bloquear sua aquisição pela Meta. Como parte da transição, dados de alguns usuários gerados desde 29 de dezembro de 2025 serão excluídos ainda neste mês. A medida atende a exigências regulatórias em determinadas jurisdições.



Resumo
A Manus voltará a operar de forma independente após a China determinar que a Meta desfaça a aquisição.
Isso marca o desfecho de uma rara intervenção chinesa sobre um negócio bilionário de tecnologia.
A aquisição da Manus pela Meta, avaliada em mais de US$ 2 bilhões, foi bloqueada pelo governo chinês em abril.
O bloqueio reflete a preocupação de Pequim com a saída de tecnologia estratégica para um rival geopolítico.
Dados de usuários gerados desde 29 de dezembro de 2025 serão excluídos ainda neste mês, como parte da separação.
A exclusão é uma medida regulatória que pode afetar a privacidade e a continuidade do serviço para muitos usuários.
A Manus afirmou que a medida é necessária para cumprir exigências regulatórias em determinadas jurisdições.
Isso explica o motivo da exclusão de dados, ligado a requisitos legais de diferentes países.
A Manus foi fundada na China e se mudou para Cingapura em 2025, antes da aquisição pela Meta.
A origem e a mudança de sede são relevantes para entender o contexto geopolítico do bloqueio.
Citações
“os dados gerados por alguns usuários desde 29 de dezembro de 2025 serão excluídos ainda neste mês”
— Manus, empresa
“para cumprir exigências regulatórias em determinadas jurisdições”
— Manus, empresa
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