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Meta negocia acordo extrajudicial com estados dos EUA
4 fontesdesde 25 de agosto de 202611 artigos
A Meta está em negociações para um acordo extrajudicial com estados dos EUA, que pode chegar a US$ 18 bilhões, para resolver ações sobre a segurança de menores. Autoridades da Austrália e da Coreia do Sul reagem, afirmando que as empresas têm ferramentas para proteger os jovens, mas optaram por não usá-las.



Resumo
A Meta mantém conversas com vários estados dos EUA para resolver extrajudicialmente uma ação sobre segurança de menores.
A notícia indica que a Meta está negociando um acordo para evitar um julgamento que poderia resultar em sanções bilionárias.
O acordo pode chegar a US$ 18 bilhões e incluirá mudanças nas plataformas Facebook e Instagram para proteger adolescentes.
O valor e as mudanças propostas são significativos, representando uma medida concreta para abordar as preocupações sobre o vício de jovens nas redes sociais.
Autoridades australianas afirmaram que as empresas de redes sociais têm ferramentas para proteger os jovens, mas optaram por não utilizá-las.
A declaração reflete a posição de governos que buscam responsabilizar as plataformas por danos a menores.
Na Coreia do Sul, o órgão regulador de mídia afirmou que algumas medidas da Meta deveriam ser aplicadas a jovens usuários em todo o mundo, não apenas nos EUA.
A declaração sul-coreana sugere que o acordo nos EUA pode influenciar regulamentações em outros países.
A Meta negou qualquer irregularidade ao concordar com o acordo.
A empresa mantém sua posição de que não agiu de forma inadequada, apesar de aceitar o acordo.
Citações
“A ministra australiana das Comunicações, Anika Wells, afirmou em um email à Reuters que as empresas de redes sociais “têm à sua disposição as ferramentas para proteger os jovens contra seus recursos viciantes, mas optaram por não utilizá-las”.”
— Anika Wells, ministra australiana das Comunicações
“A ministra australiana das Comunicações, Anika Wells, afirmou à Reuters que as empresas de redes sociais “têm à sua disposição as ferramentas para proteger os jovens contra seus recursos viciantes, mas optaram por não utilizá-las”.”
— Anika Wells, ministra australiana das Comunicações
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