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Prefeitura de Nova York proíbe uso de IA por alunos até o oitavo ano
6 fontesdesde 02 de setembro de 20266 artigos
A Prefeitura de Nova York anunciou uma moratória de um ano que proíbe o uso de IA generativa por alunos do 2-K ao oitavo ano, afetando cerca de 600 mil estudantes. A medida, que entra em vigor no próximo ano letivo, também proíbe chatbots de companhia em todas as séries e limita o uso de telas. No ensino médio, o uso de IA será restrito a cinco programas piloto, atingindo cerca de 5% dos alunos.



Resumo
A Prefeitura de Nova York vai proibir o uso de IA por alunos em escolas públicas até o oitavo ano, com a proibição entrando em vigor na próxima semana.
A política afeta o maior distrito escolar dos EUA, com cerca de 900 mil alunos, e sinaliza uma postura mais rígida sobre a tecnologia na educação.
A proibição afetará cerca de 600 mil alunos (segundo o artigo 1) ou 900 mil (artigo 2), a depender da fonte.
As fontes divergem sobre o número exato de alunos impactados, o que é uma informação central para dimensionar a medida.
A política também proíbe que professores usem IA para corrigir trabalhos e proíbe chatbots de IA em todas as séries, incluindo para apoio de saúde mental.
A regra cobre tanto o uso dos alunos quanto o uso instrucional, exceto em casos específicos, limitando a automação em sala de aula.
O uso de telas é restrito: proibição de telas individuais até o terceiro ano e uso limitado a 45 minutos por dia para alunos do ensino fundamental.
As diretrizes de uso de tela acompanham a decisão da IA, visando mitigar impactos na saúde e no desenvolvimento cognitivo.
A política proíbe chatbots de companhia que oferecem suporte emocional e mental em todas as séries, incluindo o ensino médio.
Isso vai além da proibição geral de IA para jovens, protegendo também estudantes mais velhos de riscos associados a esses chatbots.
No ensino médio, o uso de IA será limitado a cinco programas piloto, como Quill, Edia, Brisk Teaching, Playlab e Intel AI-Ready Schools, atingindo cerca de 5% dos alunos.
Os pilotos permitem testar ferramentas de IA em contexto controlado antes de considerá-las para uso mais amplo.
O prefeito Mamdani justificou a medida afirmando que as crianças precisam de professores e conexão humana, e que a tecnologia não é inevitável nem necessária.
A declaração oficial destaca a prioridade da educação humana sobre a adoção tecnológica.
A proibição do uso de IA generativa para alunos do 2-K ao oitavo ano entra em vigor no ano letivo de 2026-2027, segundo o artigo 4, mas o artigo 2 afirma que a proibição entra em vigor na próxima semana.
As fontes divergem sobre a data de início da proibição, o que é um ponto crítico para pais e escolas.
Citações
“New York City mayor Zohran Mamdani has announced a new policy today that will ban younger schoolchildren from using AI in classrooms.”
— Zohran Mamdani, Prefeito de Nova York
“Mamdani said the tech industry wants people to treat AI-powered early education as inevitable and necessary. "We do not see it that way," he said, noting that “Children need teachers and human connection in order to learn and grow.”
— Zohran Mamdani, Prefeito de Nova York
“The tech industry wants us to believe that A.I.-powered early education is not only inevitable, but necessary. We do not see it that way.”
— Zohran Mamdani, Prefeito de Nova York
“Children need teachers and human connection in order to learn and grow. They need to develop skills alongside their peers, build relationships with educators, and wrestle with tough problems on their own,” Mamdani said in a statement. “The tech industry wants us to believe that AI-powered early education is not only inevitable, but necessary. We do not see it that way.”
— Zohran Mamdani, Prefeito de Nova York
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