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Oi tenta vender cabos de cobre e enfrenta rejeição judicial de venda de ativos
3 fontesdesde 24 de julho de 20264 artigos
A Oi busca autorização judicial para vender cabos de cobre à R.Log, com acordo de até R$ 95 milhões, mas o preço de R$ 9,50/kg gerou questionamentos. A Justiça do Rio de Janeiro rejeitou a venda emergencial de outros ativos, condicionando-a a novos pareceres, e o primeiro leilão da Oi Soluções não teve interessados.



Resumo
A Oi busca autorização judicial para vender cabos de cobre à R.Log, acordo que pode render até R$ 95 milhões.
Essa venda é parte das medidas emergenciais da Oi para evitar o colapso do caixa, mas enfrenta resistência na Justiça.
O preço acordado para o cobre é de R$ 9,50 por quilo, bem abaixo da cotação internacional de cerca de R$ 68 por quilo.
A discrepância de preços gerou questionamentos do observador judicial e do Ministério Público, atrasando a operação.
A Justiça do Rio de Janeiro rejeitou o pedido da Oi para alienação emergencial dos últimos ativos.
Essa rejeição impede a venda rápida de ativos que a Oi considerava essencial para gerar caixa, piorando sua situação.
O primeiro leilão da Oi Soluções, avaliada em R$ 1,4 bilhão, não registrou interessados, e a Oi planejava novo leilão a partir de R$ 700 milhões.
A falta de interessados e a redução do preço mínimo refletem a dificuldade da Oi em vender ativos para pagar dívidas.
O Ministério Público se manifestou contra a venda da Oi Soluções por menos da metade do valor da avaliação.
A oposição do MP é mais um obstáculo para a Oi levantar recursos, já que a decisão judicial condicionou a venda a novo parecer do órgão.
O contrato entre Oi e R.Log para venda de cabos de cobre foi assinado em março, mas gerou questionamentos sobre o preço de R$ 9,50 por quilo.
O acordo, que pode render até R$ 95 milhões, enfrenta resistência de órgãos de controle, o que pode inviabilizar a capitalização emergencial da operadora.
A Justiça do Rio de Janeiro rejeitou o pedido da Oi para venda emergencial dos últimos ativos e condicionou a alienação a novo parecer do Ministério Público e manifestação do observador judicial.
A decisão bloqueia temporariamente a venda de ativos como a Oi Soluções, agravando a crise financeira e exigindo novas etapas processuais.
A Oi argumenta que o preço de R$ 9,50/kg não deve ser comparado à cotação internacional porque a operação envolve sucata de cabos, e não cobre refinado.
A defesa da Oi busca justificar o preço baixo, mas a justificativa pode não ser aceita pelo judiciário, prolongando o impasse.
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