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Ouro estável perto de US$ 4.600 antes de discurso de Warsh em Jackson Hole
2 fontesdesde 26 de agosto de 20264 artigos
O ouro operou estável por volta de US$ 4.600 a onça nesta sexta-feira, com os investidores aguardando o discurso do presidente do Fed, Kevin Warsh, no simpósio de Jackson Hole. O metal atingiu uma máxima de três meses perto de US$ 4.700 no início da semana, impulsionado por preocupações fiscais nos EUA, e acumula alta de quase 14% em agosto, caminhando para o maior ganho mensal desde 1999. O mercado precifica 34% de chance de alta de juros em setembro e 74% até dezembro.



Resumo
O ouro subiu mais de 7% na semana passada, impulsionado pela recompra de títulos de longo prazo pelo Tesouro dos EUA.
A alta expressiva do metal reflete a demanda por proteção contra déficits fiscais e desvalorização da moeda.
Irã e Omã discutiram a criação de um corredor marítimo temporário para reabrir o Estreito de Ormuz.
O estreito é crucial para o transporte de petróleo, e sua abertura pode reduzir os preços da commodity, influenciando a inflação.
Investidores aguardam o discurso do presidente do Fed, Kevin Warsh, em Jackson Hole, e a divulgação do PCE de inflação.
As declarações de Warsh e os dados de inflação são pistas cruciais para prever a política monetária do Fed.
A política de recompra de títulos revigorou a chamada 'negociação de deterioração' (debasement trade), que impulsionou o ouro em 2025.
A 'debasement trade' é uma estratégia de investimento que ganha força quando investidores buscam proteção contra riscos fiscais e monetários.
Os preços do ouro caíram ligeiramente na quarta-feira, mas permaneceram próximos da máxima de três meses, apoiados pela queda nos preços do petróleo e pelos menores rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA.
Indica que o ouro segue sustentado por fatores macroeconômicos que aliviam a inflação, mantendo o metal atraente.
A queda nos preços do petróleo é relevante para o ouro porque os custos de energia alimentam diretamente a inflação, e preços mais baixos de energia reduzem a pressão inflacionária.
Explica o mecanismo pelo qual a queda do petróleo beneficia o ouro, ao reduzir expectativas inflacionárias e possivelmente influenciar decisões de política monetária.
O ouro spot é negociado em torno de US$ 4.600 por onça, enquanto os futuros de ouro dos EUA caíram 0,3%, para US$ 4.651,41.
Mostra o preço atual do ouro e como o mercado reagiu levemente para baixo antes do discurso de Warsh.
Na semana, o ouro atingiu uma máxima de três meses perto de US$ 4.700, mas recuou ligeiramente na sexta-feira.
Contextualiza o pico recente do metal e a leve correção, indicando volatilidade antes do evento do Fed.
Em agosto, o ouro ganhou quase 14%, caminhando para seu maior ganho mensal desde 1999.
Destaca o desempenho excepcional do ouro no mês, um marco histórico para o metal.
O ouro está a caminho de uma leve perda semanal, após três semanas seguidas de ganhos, devido a uma pequena queda na sexta-feira.
Indica a leve correção no preço do ouro na semana, revertendo parcialmente o rali recente.
O ouro à vista operou estável por volta de US$ 4.600 a onça, enquanto os futuros de ouro dos EUA caíram 0,3%, para US$ 4.651,41.
O preço do ouro permaneceu praticamente inalterado, com pequena queda nos contratos futuros, refletindo a espera dos mercados pelo discurso de Warsh.
Na semana, o ouro está a caminho de uma leve perda após três semanas seguidas de ganhos.
Apesar da alta recente, o metal precioso pode encerrar a semana com pequena queda, interrompendo uma sequência de ganhos.
Os mercados precificam 34% de chance de alta de juros em setembro e 74% até dezembro.
As probabilidades indicam que os investidores veem uma possibilidade significativa de aperto monetário pelo Fed nos próximos meses.
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