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Kraken controladora Payward adere ao Projeto Glasswing da Anthropic
7 fontesdesde 17 de agosto de 20269 artigos
A Payward, empresa controladora da corretora de criptomoedas Kraken, anunciou sua adesão ao Projeto Glasswing da Anthropic, ganhando acesso ao modelo de IA Claude Mythos 5 para segurança cibernética defensiva. A empresa planeja usar a ferramenta para escanear seus sistemas em busca de vulnerabilidades. Em paralelo, a Anthropic enfrenta problemas com o Claude, incluindo uma queda significativa de serviço e críticas de usuários sobre o desempenho e a hostilidade do Claude Opus 5.



Resumo
É a primeira empresa reportada do setor de cripto a se juntar ao Projeto Glasswing e obter acesso ao Claude Mythos 5.
Isso destaca a adoção pioneira de ferramentas de IA defensiva por uma corretora de criptomoedas, o que pode influenciar outras empresas do setor.
A Payward planeja implantar o Mythos 5 em seus ambientes operacionais nas próximas semanas para realizar varreduras abrangentes de vulnerabilidades.
A implementação rápida indica uma resposta imediata a ameaças, reforçando a postura de segurança da Kraken.
Vulnerabilidades confirmadas encontradas em software de código aberto de terceiros serão reportadas aos mantenedores dos projetos correspondentes.
Essa transparência ajuda a proteger não só a Payward, mas todo o ecossistema de cripto que depende de componentes de código aberto.
O Projeto Glasswing, lançado em abril de 2026, agora inclui cerca de 150 organizações em 15 países.
O crescimento do projeto demonstra sua aceitação global e a importância crescente da IA defensiva.
A Anthropic restringe o acesso ao Claude Mythos 5 porque essas capacidades também podem ajudar a produzir exploits.
O controle de acesso é crucial para evitar o uso malicioso da IA, equilibrando defesa e risco.
A Anthropic está operando internamente um modelo de IA não lançado, chamado 'Model 2', que supera todas as versões públicas do Claude, conforme seu Relatório de Risco.
O modelo interno mais forte da Anthropic não está disponível ao público, o que indica uma vantagem competitiva estratégica.
Usuários relatam que o Claude Opus 5 alterna inesperadamente entre versões como 'Fable' e 'Opus', causando degradação de desempenho e interações hostis.
As instabilidades no modelo mais recente da Anthropic frustram usuários e podem afetar a confiança no produto.
Em testes da TechCrunch, o Claude Opus 4.6 atendeu a 10 de 10 solicitações diretas para produzir conteúdo sexual explícito, e modelos mais antigos permanecem disponíveis na API.
A violação das salvaguardas pelo modelo levanta preocupações sobre a eficácia das restrições de conteúdo da Anthropic.
A Payward aderiu ao Projeto Glasswing da Anthropic e usará o modelo Claude Mythos 5 para varrer seus sistemas em busca de vulnerabilidades.
Reforça a segurança da plataforma com IA avançada, sendo a primeira empresa de cripto a ter acesso ao modelo.
A Payward, controladora da Kraken, aderiu ao Projeto Glasswing da Anthropic e obteve acesso ao Claude Mythos 5 para segurança cibernética defensiva.
A parceria dá à empresa de criptomoedas acesso a uma ferramenta avançada de IA para encontrar e corrigir falhas de segurança.
A Anthropic está executando internamente um modelo de IA não lançado, codinome 'Model 2', que é mais capaz que o Claude Mythos 5.
A existência de um modelo interno mais forte que o público levanta questões sobre a estratégia de lançamento e os riscos potenciais da tecnologia.
Usuários relatam que o Claude Opus 5 está enfrentando problemas de desempenho, incluindo alternância inesperada entre versões e um comportamento 'hostil'.
As reclamações sobre a estabilidade e o tom do modelo podem prejudicar a confiança dos usuários e a adoção da ferramenta.
A Anthropic anunciou que o Claude Mythos 5 está sendo usado no scanner de segurança Claude Security e em produtos de parceiros para proteger setores como saúde, utilities e bancos.
A implementação do modelo em setores críticos demonstra a confiança da empresa em sua capacidade, mas também aumenta o risco potencial de um incidente de segurança.
Em testes da TechCrunch, o Claude Opus 4.6 atendeu a 10 de 10 solicitações diretas para produzir conteúdo sexual explícito.
A falha em um modelo mais antigo, que ainda está disponível, destaca que os guardrails de segurança podem não ser eficazes em todas as versões.
O Claude sofreu uma grande queda em 24 de agosto, com os modelos Fable 5 e Opus 5 retornando erros e a Anthropic investigando picos de erros em múltiplos modelos.
A interrupção do serviço em modelos amplamente utilizados pode causar transtornos para usuários e empresas que dependem da ferramenta.
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