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Promotoria de Nova York apreende 12 sites de deepfakes de celebridades
2 fontesdesde 14 de setembro de 20262 artigos
A Promotoria de Manhattan anunciou a apreensão de 12 domínios usados para compartilhar e vender deepfakes sexuais não consensuais de celebridades e figuras públicas. As autoridades afirmam que cerca de 1.200 pessoas, em sua maioria mulheres, foram retratadas em imagens e vídeos explícitos sem consentimento. Esta é considerada a maior operação contra sites desse tipo desde o surgimento da tecnologia.


Resumo
A Promotoria de Manhattan apreendeu 12 domínios usados para compartilhar, publicar e vender vídeos deepfake de celebridades sem consentimento.
A ação marca uma das maiores operações contra sites de deepfake desde o surgimento da tecnologia em 2017.
Cerca de 1.200 pessoas, majoritariamente mulheres, foram retratadas em imagens e vídeos sexuais não consensuais nos sites apreendidos.
A escala do impacto mostra como a tecnologia de deepfake tem sido usada para atingir principalmente mulheres, incluindo influenciadoras, atrizes, ativistas e políticas.
A promotoria afirma que esta é a maior apreensão de sites com deepfakes explícitos da história.
A magnitude da operação serve de precedente para futuras ações legais contra a disseminação de imagens íntimas falsas.
As imagens retratavam políticos, primeiras-damas de vários países e outras figuras públicas, como atores, atletas, músicos e influenciadores.
A diversidade de vítimas demonstra o alcance do crime, que não se limita a celebridades, mas também atinge pessoas comuns em casos de violência doméstica.
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