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Meta pagará US$ 18 bi em acordo sobre danos a adolescentes nos EUA
5 fontesdesde 26 de agosto de 20267 artigos
A Meta concordou em pagar até US$ 18 bilhões para encerrar um processo movido por 52 procuradores-gerais dos EUA que a acusava de projetar produtos viciantes para adolescentes. O acordo inclui mudanças como limite diário de duas horas de uso, bloqueio noturno e restrições a notificações. A empresa também pediu que TikTok e YouTube adotem padrões semelhantes, mas não citou o Snapchat em seu apelo.



Resumo
A Meta concordou em pagar até US$ 17 bilhões (cerca de £12,5 bilhões) e implementar mudanças para proteger adolescentes no âmbito de um processo movido por procuradores-gerais de 29 estados dos EUA.
O valor e o alcance do acordo mostram a gravidade das acusações de danos a jovens.
A Meta também pediu que plataformas como TikTok e YouTube adotem padrões semelhantes, afirmando que quer garantir que os adolescentes usem as redes de forma saudável e responsável.
A declaração da Meta amplia o debate para todo o setor, pressionando concorrentes a seguirem o exemplo.
O acordo prevê um limite diário padrão de duas horas de uso para usuários menores de 18 anos no Instagram e Facebook, que só pode ser alterado pelos pais, e um bloqueio padrão entre meia-noite e 6h da manhã.
A restrição de tempo de uso é uma das principais medidas do acordo, visando reduzir o tempo de tela dos adolescentes.
As novas regras incluem o bloqueio de notificações durante a noite e o horário escolar, além de avisos após 15 minutos de uso contínuo.
Essas medidas visam reduzir as interrupções e o estímulo constante ao uso das redes sociais durante a rotina escolar e o sono.
Analistas apontam que as medidas acordadas nos EUA são, em grande parte, semelhantes a mudanças que a Meta já foi obrigada a implementar em outras jurisdições, como a União Europeia.
A semelhança com regulações anteriores sugere que o acordo pode ter impacto limitado em inovação, mas reforça a tendência global de regulamentação.
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