O AGENTICO
Seis bancos globais publicam princípios para agentes de IA
2 fontesdesde 22 de setembro de 20263 artigos
Um grupo de seis grandes bancos internacionais, incluindo Bank of America e Capital One, divulgou na terça-feira (22) um conjunto de princípios para o desenvolvimento seguro do comércio baseado em agentes de IA, conhecido como 'agentic commerce'. As instituições alertam para riscos de fraude e falta de transparência, e propõem medidas como registro de trilhas de auditoria para garantir a proteção dos consumidores.



Resumo
Seis grandes bancos publicaram princípios para o desenvolvimento seguro de agentes de IA no comércio.
A ação conjunta dos bancos estabelece um marco regulatório para o uso de agentes de IA em transações financeiras, buscando proteger consumidores e comerciantes.
Os princípios visam dar aos consumidores e comerciantes escolha, controle e flexibilidade nos pagamentos, garantindo segurança.
A iniciativa busca equilibrar inovação tecnológica com proteção ao consumidor no ambiente de pagamentos digitais.
Os bancos propõem que provedores preservem evidências de instruções do consumidor, autenticação, intenção, decisões de transação e resultados.
A trilha de auditoria é vista como essencial para investigar fraudes, recuperar dinheiro e resolver disputas.
O relatório aponta que consumidores estão incertos se agentes de IA agirão em seu interesse, temendo compras erradas, gastos excessivos ou fraudes.
A confiança do consumidor é um dos maiores desafios para a adoção do comércio agentico.
O relatório define 'agente de comércio' como uso de agentes de IA para ajudar ou facilitar pagamentos entre consumidores e comerciantes.
A definição esclarece o escopo do termo, essencial para futuras regulamentações.
Os bancos alertam que os riscos do comércio agentico aumentam conforme os agentes ganham mais autonomia.
A autonomia crescente dos agentes exige salvaguardas proporcionais para evitar abusos.
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