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Senado aprova Redata e projeto segue para sanção presidencial
3 fontesdesde 01 de setembro de 20263 artigos
O Senado aprovou o projeto de lei que cria o Redata, regime especial de tributação para data centers, e o texto segue agora para sanção presidencial. A proposta isenta impostos como IPI e PIS/Cofins para o setor, com renúncia fiscal estimada em R$ 5,2 bilhões. Empresas como AWS e Microsoft elogiaram a medida, vendo-a como um estímulo à competitividade e aos investimentos no país.



Resumo
O Senado aprovou o Redata, o Regime Especial de Tributação para Serviços de data center, e o texto segue para a sanção presidencial.
A aprovação é um passo decisivo para a criação do incentivo fiscal a data centers no Brasil.
O Redata zera impostos de importação e IPI para data centers, com renúncia fiscal estimada em R$ 5,2 bilhões em 2026.
O pacote de incentivos visa atrair investimentos e reduzir custos para o setor de infraestrutura digital.
Executivos da AWS e da Microsoft comentaram positivamente a aprovação, destacando o potencial de competitividade e atração de investimentos.
As reações das big techs indicam que o incentivo é visto como um avanço para o ambiente de negócios no Brasil.
Citações
“A Amazon Web Services (AWS) recebeu como “ótima notícia” a aprovação do Redata”
— Paula Bellizia, vice-presidente da AWS na América Latina
“— A perspectiva de trazer mais competitividade para o país é muito positiva.”
— Elias Abdala, vice-presidente de relações governamentais e corporativas na Microsoft Brasil
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