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ToxicPanda 2.0 usa VPN falsa para desativar proteções do Google em celulares
2 fontesdesde 20 de agosto de 20262 artigos
O malware bancário ToxicPanda 2.0 evoluiu para usar uma tática que abusa de permissões de VPN para bloquear o Google Play Protect em dispositivos Android. A nova versão também expande seu alvo para 349 instituições financeiras em 16 países e adiciona novos comandos remotos.


Resumo
O ToxicPanda 2.0 agora ataca 349 instituições financeiras em 16 países, um grande aumento em relação à versão anterior, que mirava apenas 16 aplicativos bancários.
Mostra a escala do crescimento da ameaça e o interesse dos criminosos em atingir um número muito maior de vítimas no setor financeiro.
A nova versão do malware traz um conjunto de 167 comandos remotos para os atacantes.
O aumento expressivo de comandos indica uma infraestrutura mais versátil, capaz de executar diversas ações fraudulentas no dispositivo infectado.
O malware explora o serviço de acessibilidade do Android para roubar informações da tela e credenciais, incluindo senhas de bloqueio por meio de uma sobreposição falsa.
O uso do serviço de acessibilidade permite que o malware observe e interaja com tudo o que aparece na tela, facilitando o roubo de credenciais bancárias.
O ToxicPanda 2.0 usa o Android Wireless Debugging via Android Debug Bridge (ADB) para obter escalonamento de privilégio e acesso shell no dispositivo comprometido.
Esse recurso permite que o malware saia do sandbox do aplicativo e ganhe controle mais profundo sobre o sistema Android, ampliando o dano possível.
O ToxicPanda 2.0 adicionou um fluxo de coleta de PIN (PIN harvesting) direcionado a mais de 140 aplicativos bancários e de criptomoedas.
Isso representa uma nova capacidade de roubo de senhas numéricas, aumentando o potencial de fraude móvel.
A nova versão implementa comandos anteriormente não implementados e rouba credenciais de tela de bloqueio usando uma sobreposição falsa.
A ampliação dos comandos e a técnica de sobreposição facilitam a captura de senhas e dados sensíveis.
O ToxicPanda 2.0 usa um mecanismo automatizado de cliques para abusar do Android Wireless Debugging via ADB, obtendo escalonamento de privilégio e acesso shell.
Esse método permite controle quase total do dispositivo, ampliando o impacto do malware.
O malware ToxicPanda 2.0 adicionou um fluxo de coleta de PIN direcionado a mais de 140 aplicativos bancários e de criptomoedas, além de expandir o alvo para 349 instituições financeiras em 16 países.
Atualização do malware Android amplia significativamente seu escopo de ataque.
O ToxicPanda 2.0 usa um prompt falso de instalação de VPN para enganar a vítima e obter permissões que bloqueiam as proteções do Google Play Protect no dispositivo.
A nova estratégia do malware se aproveita da confiança em apps de VPN para desativar a segurança nativa do Android.
Citações
“349 financial institutions [across 16 countries], compared to the previous version, which targeted only 16 banking applications”
— Vishnu Pratapagiri, security researcher
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