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Uber e Wayve lançam primeiros robotáxis autônomos de Londres
6 fontesdesde 02 de setembro de 20268 artigos
A Uber lançou nesta quinta-feira os primeiros robotáxis do Reino Unido em Londres, em parceria com a empresa britânica Wayve. A frota inicial tem apenas 15 veículos elétricos Ford Mustang, todos com um motorista de segurança humano a bordo. A aprovação regulatória veio da Transport for London, mas a operação totalmente autônoma sem motorista ainda depende de um processo separado do governo.



Resumo
A Uber lançou os primeiros robotáxis do Reino Unido em Londres, com uma frota inicial de 15 veículos elétricos Ford Mustang equipados com a tecnologia de condução autônoma da Wayve.
É um marco significativo para a mobilidade autônoma na Europa, dado que Londres é vista como um mercado crucial para a expansão continental.
A frota inicial é de apenas 15 veículos, e cada um opera com um motorista humano de segurança pronto para assumir o controle a qualquer momento.
Isso indica que a operação ainda é um teste limitado, não um serviço totalmente autônomo, o que pode gerar expectativas realistas nos usuários.
A Transport for London concedeu as licenças de minicab para os veículos autônomos no mês passado.
A licença da TfL é um passo regulatório fundamental, mas ainda não permite operação sem motorista, que exige aprovação de outra agência.
Mais de 100.000 londrinos manifestaram preferência por usar carros autônomos no aplicativo da Uber, segundo a empresa.
O número mostra demanda potencial pelo serviço, mas contrasta com a frota disponível de apenas 15 veículos.
A aprovação para operação totalmente autônoma, sem motorista de segurança, ainda não foi concedida e é considerada improvável neste ano.
Isso deixa claro que a tecnologia ainda não está pronta para substituir completamente os motoristas em Londres no curto prazo, exigindo aprovação da Driver and Vehicle Standards Agency.
O lançamento ocorreu logo após a Uber anunciar o corte de 3.000 empregos, parte dos quais para liberar recursos para investir em expansão futura, incluindo robotáxis.
A conexão entre os cortes de empregos e o investimento em automação pode gerar debate sobre o impacto no trabalho humano.
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