17 de agosto de 2026 · 2 fontes independentes
Demonstra que uma tentativa de desativar defesas pode ser revertida, pois o próprio malware quebrou, impedindo a criptografia.
Evidencia um vetor comum em ataques de ransomware: exposição de VPN sem autenticação multifator.
Mostra uma técnica de persistência avançada, permitindo que o atacante mantenha acesso mesmo com a reinicialização.
Indica que mesmo após a tentativa de desativar as defesas, a ferramenta nativa do Windows conseguiu neutralizar a ameaça.
Ressalta que a exfiltração ocorreu anteriormente, tornando o ataque lucrativo mesmo sem criptografar os arquivos.
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