Anthropic adiciona marca d'água invisível ao Claude para cumprir lei da UE

11 de agosto de 2026 · 2 fontes independentes

A Anthropic está adicionando marca d'água nos textos gerados por seus modelos, incluindo Claude, para cumprir regulamentações europeias.

Essa é a principal motivação da medida: atender à exigência do AI Act da UE, que desde 2 de agosto obriga a identificação de conteúdo sintético.

A marca d'água será aplicada globalmente, não apenas na União Europeia, e será imperceptível aos leitores, mas legível por máquinas.

A medida tem alcance mundial, o que amplia o impacto sobre usuários de todos os países, não só os europeus.

A técnica usada pela Anthropic é uma variante do método SynthID-Text, publicado pelo Google DeepMind em 2024.

A escolha por uma técnica conhecida da indústria pode facilitar a interoperabilidade e a aceitação do método.

A marca d'água é menos confiável em textos curtos, trechos com muitos fatos e código, e pode ser removida por reescrita pesada.

Isso significa que nem todo texto gerado terá a marca de forma robusta, o que limita a eficácia da detecção em certos contextos.

A Anthropic anunciou uma API de detecção de marca d'água para que terceiros possam integrar a verificação de texto do Claude em seus aplicativos.

Isso permitirá que plataformas e empresas identifiquem conteúdo gerado pelo Claude de forma automatizada, aumentando a transparência.

Confirmado por

  • Sopa Cultural
  • TechCrunch (AI)
  • The Decoder
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