Ex-engenheiros da Groq processam conselho por acordo de US$ 20 bi com Nvidia

05 de outubro de 2026 · 2 fontes independentes

Dois ex-engenheiros da Groq, Joshua Rubin e Benjamin Serebrin, entraram com uma ação coletiva contra o conselho e o ex-CEO Jonathan Ross, alegando que o acordo de US$ 20 bilhões com a Nvidia…

O processo questiona a legalidade do acordo e pode ter impacto em futuras transações de licenciamento com contratação de equipe.

A ação alega que o conselho da Groq vendeu a empresa para a Nvidia sem a votação dos acionistas exigida pela lei de Delaware e sem um processo para maximizar o valor do que foi vendido.

O ponto central é a suposta falta de aprovação dos acionistas em um negócio bilionário, o que pode ser considerado violação de dever fiduciário.

O acordo envolve um licenciamento de US$ 17 bilhões para todos os investidores e um pool de ações da Nvidia de US$ 3 bilhões para engenheiros transferidos, segundo o processo.

A divisão do valor do acordo entre acionistas e funcionários é o cerne da disputa, com os autores alegando que a maior parte foi para os engenheiros e o…

A Groq respondeu que o acordo de licenciamento com a Nvidia entregou 'valor excepcional' para a empresa, investidores e funcionários, e que o processo é 'sem mérito'.

A defesa da Groq busca minimizar o impacto do processo, reforçando a validade do negócio.

O relatório anual da Nvidia (10-K) registra US$ 14,4 bilhões do licenciamento como ágio, atribuído principalmente à força de trabalho e ao desenvolvimento futuro da tecnologia licenciada.

A contabilização do acordo pela Nvidia revela que a maior parte do valor foi para os funcionários, reforçando a alegação dos autores.

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