Governador do Banco da Inglaterra pede direito de intervir em IA

30 de setembro de 2026 · 2 fontes independentes

O governador do Banco da Inglaterra, Andrew Bailey, disse que regulamentar IA 'não é o lugar certo para começar', defendendo testes rigorosos e salvaguardas para conter riscos.

A posição de Bailey indica que, antes de criar leis, é preciso entender e testar os riscos da IA, o que pode influenciar políticas globais.

Bailey afirmou que os riscos da IA são 'reais e cada vez mais significativos', mas que o desenvolvimento não deve ser interrompido ou proibido, pois os benefícios são imensos.

A declaração equilibra o entusiasmo com a cautela, reconhecendo o potencial da IA sem ignorar perigos.

O governador destacou que a IA aumentou a 'escala e sofisticação das ameaças cibernéticas ao sistema financeiro', podendo afetar pagamentos diários, transações bancárias e negociações de ações e…

O alerta conecta a IA a riscos concretos para o sistema financeiro, mostrando impacto prático no dia a dia das pessoas.

Bailey defendeu que a sociedade deve reter a capacidade de intervir e estabelecer limites para a operação dos sistemas de IA, afirmando que a resposta é 'inequivocamente sim'.

A defesa do 'direito de intervir' reforça a necessidade de supervisão humana sobre a IA.

O governador não pediu uma regulamentação rígida, afirmando que 'a regulamentação não é, na minha opinião, o [ponto certo]'.

A posição evita endurecer regras, priorizando abordagens mais flexíveis de supervisão.

Confirmado por

  • BBC News: Technology
  • The Guardian (Technology)
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