NFL pede ao STF dos EUA controle estadual sobre mercados de previsão esportiva

08 de outubro de 2026 · 2 fontes independentes

A NFL argumenta que os contratos de eventos esportivos são apostas que criam novo risco, não swaps que protegem risco existente, e portanto devem ser regulados pelos estados.

A distinção entre swap e aposta é central para definir quem regula esses mercados, impactando legalidade e supervisão.

A NFL afirmou que a CFTC e os operadores não responderam aos seus pedidos de salvaguardas, como proibição de apostas facilmente manipuláveis e idade mínima de 21 anos para apostar.

A falta de salvaguardas preocupa quanto à integridade dos jogos e à proteção do consumidor, o que motivou a ação da liga.

Há uma divisão entre tribunais federais: o Terceiro Circuito apoiou a Kalshi, enquanto o Sexto e o Nono Circuitos ficaram ao lado dos estados, criando um impasse que só a Suprema Corte pode resolver.

A divergência entre circuitos torna o caso ainda mais relevante para a Suprema Corte, que pode uniformizar a interpretação da lei.

A Kalshi afirmou ter tentado colaborar com a NFL e destacou parcerias com outras ligas, como MLB e NHL, dizendo que a NFL não respondeu às suas tentativas de engajamento.

A resposta da Kalshi mostra tentativa de diálogo e contrasta com as alegações da NFL de falta de cooperação.

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