Nova York processa Polymarket por jogo de azar ilegal

24 de setembro de 2026 · 4 fontes independentes

Nova York entrou com uma ação judicial contra a Polymarket, acusando a plataforma de operar um jogo de azar ilegal e sem licença.

A ação é relevante por representar uma das maiores ofensivas regulatórias contra plataformas de mercados de previsão nos EUA.

A procuradoria-geral afirma que a plataforma permite que menores de 21 anos apostem, o que é proibido pela lei de Nova York.

A alegação de envolvimento de menores é um ponto crítico, pois reforça a acusação de dano social.

A governadora Kathy Hochul chamou a Polymarket de 'ator corporativo ruim' e afirmou que a plataforma está prejudicando consumidores e não pagando impostos.

A declaração da governadora destaca a narrativa política de que a plataforma evade responsabilidades fiscais e sociais.

O processo busca impedir a Polymarket de operar em Nova York e exige restituição e multas.

As sanções buscadas mostram a intenção do estado de coibir as atividades da plataforma e puni-la financeiramente.

A ação faz parte de uma campanha estadual contra mercados de previsão, incluindo uma ação contra a Kalshi.

Contextualiza que essa ação não é isolada, mas sim parte de um esforço regulatório mais amplo de Nova York.

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