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Keith Ellison
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O que as fontes disseram sobre Keith Ellison
A xAI, empresa de Elon Musk, processou o procurador-geral de Minnesota, Keith Ellison, no fim de julho, alegando que a lei estadual que proíbe a 'nudificação' de imagens por IA é inconstitucional e viola a Primeira Emenda. Em resposta, Ellison afirmou que o Grok Imagine, da xAI, criou um 'mercado sem precedentes de violência sexual digital' com barreira de entrada praticamente nula.
Citações

“With Grok Imagine, X.AI has created an unparalleled marketplace for digital sexual violence that poses virtually no barrier to entry,” Ellison wrote.”
O estado rebate o argumento da xAI, destacando o potencial dano da ferramenta Grok Imagine na criação de imagens não consensuais.
Procurador-geral de Minnesota · ver em Decrypt ↗
Menções

Minnesota, em resposta à ação da xAI contra a lei HF-1606, acusou a empresa de criar um 'mercado sem precedentes de violência sexual digital' com barreira de entrada praticamente nula.
O estado rebate o argumento da xAI, destacando o potencial dano da ferramenta Grok Imagine na criação de imagens não consensuais.

O procurador-geral de Minnesota, Keith Ellison, afirmou que com o Grok Imagine, a xAI criou um 'mercado sem precedentes de violência sexual digital' que não oferece barreiras de entrada.
A declaração de Ellison destaca a gravidade que o estado atribui ao problema.

A xAI processou o procurador-geral de Minnesota, Keith Ellison, no fim de julho, alegando que a lei estadual que proíbe a 'nudificação' de imagens por IA é inconstitucional e viola a Primeira Emenda.
Estabelece a base da disputa judicial sobre os limites da regulação estadual de tecnologias de IA.

O procurador-geral de Minnesota, Keith Ellison, afirmou que o Grok Imagine, da xAI, criou um 'mercado sem precedentes de violência sexual digital' com barreira de entrada praticamente nula.
A declaração de Ellison destaca a gravidade do uso da tecnologia de nudificação.

O procurador-geral de Minnesota, Keith Ellison, afirmou que o Grok Imagine, da xAI, criou um “mercado sem precedentes de violência sexual digital” com barreira de entrada praticamente nula.
É a principal acusação do estado para justificar a aplicação da lei à tecnologia em vez de tratá-la como discurso protegido.
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