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SSH
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O que as fontes disseram sobre SSH
As fontes reportaram que o malware estende o framework Mirai, incluendo capacidades como C2 criptografado, scanner brute-force SSH, módulo SOCKS5, coletor de credenciais e exploits. A cadeja de ataque usa uma falha na máquina de estados SSH (CVE-2026-67279) e uma injeção de argumentos no processo de login (CVE-2026-86060). A CERT Polska havia alertado que atacantes exploravam falhas do RouterOS para assumir o controle de dispositivos com SSH acessible desde redes públicas; a vulnerabilidade CVE-2026-67279 permite iniciar a fase de comandos sem autenticação, quando ocorre uma renegociação de chaves durante a etapa de autenticação.
Menções

A falha CVE-2026-67279 permite que a fase de comandos seja iniciada sem autenticação do usuário, quando uma renegociação de chaves ocorre durante a etapa de autenticação.
Isso derruba a sequência normal do SSH, permitindo execução de comandos sem confirmar a identidade do cliente.

A CERT Polska havia alertado em 5 de setembro que atacantes usavam falhas do RouterOS para assumir o controle de dispositivos com SSH acessível a partir de redes públicas, sem especificar quais eram as duas falhas.
O alerta inicial confirmava a exploração ativa, mas não detalhava a técnica; a nova análise preenche essa lacuna.

A cadeia usa a falha de máquina de estados SSH (CVE-2026-67279) e uma injeção de argumentos no processo de login (CVE-2026-86060).
A combinação de falhas explora uma sequência incorreta no handshake SSH e uma validação ausente de nomes de usuário, viabilizando o ataque remoto.

O malware estende o framework Mirai com capacidades como C2 criptografado, scanner brute-force SSH, módulo SOCKS5, coletor de credenciais e arsenal de exploits para múltiplas vulnerabilidades.
Essas adições ao código original do Mirai aumentam a sofisticação e a dificuldade de detecção.
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