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Coreia do Sul confirma imposto de 22% sobre criptomoedas e expande poderes da FIU; Visa testa stablecoins em Singapura e na Coreia do Sul

3 fontesdesde 20 de agosto de 20268 artigos

A Coreia do Sul confirmou a tributação de 22% sobre rendimentos de criptomoedas em exchanges estrangeiras e carteiras privadas a partir de 2027, enquanto lawmakers propõem ampliar os poderes da FIU para investigar empresas não registradas. Paralelamente, a Visa aderiu à iniciativa BLOOM do MAS em Singapura para testar liquidação com stablecoins e firmou parceria com o Shinhan Financial Group para pilotos na Coreia do Sul.

Resumo

  • A Coreia do Sul confirmou a implementação de um imposto de 22% sobre rendimentos de criptomoedas obtidos em exchanges estrangeiras e carteiras privadas a partir de 1º de janeiro de 2027.

    Isso estabelece que investidores não podem evitar a tributação usando plataformas no exterior ou carteiras de autocustódia.

  • O imposto incide sobre rendimentos provenientes da transferência ou empréstimo de ativos digitais, independentemente de onde os ativos são mantidos, incluindo carteiras privadas.

    Isso significa que a autocustódia não isenta o declarante da obrigação de pagar imposto sobre ganhos cripto.

  • Ganhos de criptomoedas acima da dedução de 2,5 milhões de won serão tributados em até 22%.

    Isso define um limite de isenção e a alíquota máxima do imposto sobre ganhos de capital.

  • As autoridades fiscais planejam usar ferramentas de rastreamento e dados CARF para monitorar atividades cripto no exterior.

    Isso visa reduzir a evasão fiscal em transações offshore.

  • Regras para staking, empréstimos, airdrops e hard forks permanecem sob revisão do governo.

    A indefinição sobre esses casos pode afetar a forma como esses rendimentos serão tributados.

  • O imposto incide sobre transferência ou empréstimo de ativos digitais, independentemente de onde os ativos estão mantidos, incluindo carteiras privadas.

    Amplia a incidência do imposto para além das exchanges, alcançando operações com carteiras de autocustódia.

  • Autoridades fiscais planejam usar ferramentas de rastreamento e dados CARF para monitorar atividades cripto no exterior.

    Mostra a estratégia das autoridades para reduzir a sonegação em ativos mantidos fora do alcance das exchanges locais.

  • Deputados sul-coreanos propuseram ampliar os poderes da FIU para investigar empresas de cripto não registradas antes de encaminhar casos a outras autoridades.

    A proposta busca fechar lacunas de fiscalização envolvendo provedores estrangeiros que atendem clientes na Coreia do Sul.

  • A Coreia do Sul confirmou a tributação de até 22% sobre rendimentos de criptomoedas obtidos em exchanges estrangeiras e carteiras privadas a partir de 1º de janeiro de 2027.

    Confirma o cronograma e a alíquota da tributação de criptoativos na Coreia do Sul, inclusive para carteiras de autocustódia.

  • A Visa aderiu ao programa BLOOM, liderado pelo MAS, e selecionou a Nium como primeira parceira para testar a liquidação com stablecoins.

    Essa adesão marca a participação de uma grande empresa de pagamentos em uma iniciativa regulatória de Cingapura para modernizar a liquidação financeira com moedas digitais.

  • O piloto testará liquidação em stablecoins atreladas ao dólar e ao euro, operando sete dias por semana, incluindo fins de semana e feriados.

    Isso demonstra a intenção de usar stablecoins para reduzir as restrições de dias bancários tradicionais, potencialmente acelerando a liquidação de pagamentos.

  • A Visa já opera liquidação com stablecoins em nove redes blockchain, com volume anual em torno de US$ 7 bilhões.

    Isso mostra que a empresa já possui infraestrutura consolidada nesse tipo de transação, o que dá credibilidade ao piloto.

  • O piloto testará a liquidação com stablecoins reguladas em dólar e euro, operando sete dias por semana, incluindo fins de semana e feriados.

    O foco é possibilitar liquidação contínua, fora do horário bancário tradicional, o que pode reduzir atrasos e aumentar a eficiência.

  • O piloto se concentra na camada de liquidação, não na forma como os clientes iniciam transações.

    Isso indica que a mudança é no processo de compensação entre instituições financeiras, não na experiência do usuário final.

  • A Visa aderiu à iniciativa BLOOM em Singapura, liderada pelo MAS, que testa liquidação com stablecoins regulamentadas atreladas ao dólar e euro.

    A participação da Visa no programa do banco central de Singapura marca um passo importante para o uso de stablecoins em liquidações institucionais.

  • A Nium é a primeira parceira selecionada pela Visa para testar o piloto sob o framework BLOOM.

    A escolha da Nium como parceira inicial mostra o foco em pagamentos transfronteiriços, um dos principais casos de uso das stablecoins reguladas.

  • A Visa já opera liquidação com stablecoins em nove blockchains, com volume anualizado de cerca de US$ 7 bilhões.

    O volume existente demonstra que a infraestrutura de stablecoins da Visa já é relevante e pode ser ampliada com o projeto BLOOM.

  • O piloto se concentra na camada de liquidação, não na forma como os clientes iniciam transações, e a Visa já opera liquidação com stablecoins em nove blockchains, com volume anualizado de cerca de US$ 7 bilhões.

    O teste da Visa avalia apenas o processo de liquidação entre instituições financeiras, sem alterar a interface com o usuário. A empresa já processa pagamentos com stablecoins em nove redes blockchain, movimentando aproximadamente US$ 7 bilhões por ano.

  • O Shinhan Financial Group e a Visa assinaram um memorando de entendimento para testar emissão, transferência, remessa e resgate de stablecoins na Coreia do Sul, incluindo pagamentos com cartão e transações B2B e B2C.

    A parceria entre o Shinhan Financial Group e a Visa prevê testes na plataforma de stablecoins da Visa dentro do sistema financeiro sul-coreano, avaliando também modelos de pagamento baseados em IA. O projeto está em fase piloto, sem lançamento comercial definido.

Citações

  • The proposed measure would enable the FIU to conduct preliminary investigations into potential violations prior to escalating matters to law enforcement agencies.

    Eom Tae-young, Deputado do People Power Party

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