Sábado, 29 de agosto de 2026

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Visa

empresa · 24 menções

O que as fontes disseram sobre Visa

A Visa opera liquidação de stablecoins em nove blockchains com volume anual de cerca de US$ 7 bilhões, aderiu ao programa BLOOM do MAS e selecionou a Nium como primeira parceira para testar um piloto focado na camada de liquidação. Na Coreia do Sul, a empresa assinou um MOU com o Shinhan Financial Group e formou uma parceria estratégica com a Dunamu (operadora da Upbit) para explorar pagamentos com stablecoins, remessas e serviços de IA, sendo essa a segunda grande parceria em dias. Pesquisadores demonstraram um ataque ('Zombie Card') que explora uma falha estrutural em cartões contactless, enquanto a North Star Asset Management adquiriu uma participação na Visa e analistas mantêm recomendação de compra com preço-alvo de US$ 414,54, além de a empresa assinar uma carta com mais de 120 companhias.

Menções

  • A carta foi assinada por mais de 120 empresas, incluindo bancos como Capital One, processadores de pagamento como MasterCard e Visa, e empresas de tecnologia como Adobe, Oracle e IBM.

    A diversidade de signatários mostra que a preocupação com a segurança cibernética por IA transcende o setor de tecnologia e afeta toda a economia digital.

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  • A North Star Asset Management adquiriu uma participação de US$ 48,4 milhões na Visa durante o segundo trimestre, enquanto outros investidores institucionais também ampliaram suas posições.

    O movimento de investidores institucionais sinaliza confiança no potencial de crescimento da empresa.

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  • As ações da Visa abriram em queda de 1,2% na sexta-feira, mas os analistas mantêm recomendação de compra com preço-alvo de US$ 414,54.

    O mercado reagiu com leve baixa apesar das boas perspectivas indicadas pelos analistas.

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  • A colaboração entre Visa e Dunamu focará no desenvolvimento de serviços de pagamento usando stablecoins e inteligência artificial, incluindo infraestrutura para agentes autônomos de compra.

    A iniciativa explora tecnologias emergentes para modernizar pagamentos, com destaque para stablecoins e IA aplicada a transações.

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  • Os pesquisadores divulgaram as descobertas à Visa e aos bancos afetados em maio de 2025 e fizeram contato novamente em dezembro de 2025; o trabalho foi apresentado no USENIX Security 2026 em Baltimore.

    A divulgação responsável foi feita antes da apresentação pública, mas a falta de resposta ou correção pode indicar que o problema não foi priorizado.

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  • O ataque 'Zombie Card' explora uma fragilidade estrutural no protocolo EMV, onde muitos objetos de dados são trocados em texto claro entre o cartão e o terminal, e apenas um subconjunto é posteriormente vinculado à verificação criptográfica via ODA e criptogramas verificados pelo emissor.

    Essa é a causa raiz da vulnerabilidade: a falta de proteção de integridade de ponta a ponta em campos críticos de decisão permite que um invasor altere a data de validade sem ser detectado.

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  • Esta é a segunda grande parceria da Visa na Coreia do Sul em dias, após acordo com o Shinhan Financial Group.

    A Visa está expandindo rapidamente sua presença na Coreia do Sul, com múltiplos acordos estratégicos em curto espaço de tempo.

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  • Espera-se que a Visa contribua com sua rede global de pagamentos, enquanto a Dunamu fornecerá infraestrutura de blockchain e ativos digitais.

    A divisão de papéis na parceria é clara: Visa traz a rede de pagamentos e a Dunamu, a tecnologia blockchain.

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  • As empresas consideram a OUSD como uma das opções possíveis para a colaboração, mas a Dunamu não é emissora dessa stablecoin.

    A stablecoin OUSD, baseada em padrões abertos, está sendo avaliada, mas a Dunamu não a emite, apenas estuda seu uso.

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  • A parceria entre Visa e Dunamu está em estágio inicial, sem produto, data de lançamento ou estrutura técnica confirmados.

    O acordo é apenas exploratório, servindo como um framework para pesquisa e testes, sem qualquer serviço ativo.

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  • A Dunamu, operadora da exchange de criptomoedas Upbit, firmou uma parceria estratégica com a Visa para explorar pagamentos com stablecoins, remessas internacionais e serviços financeiros baseados em IA.

    A parceria entre a Visa e a Dunamu, dona da maior exchange sul-coreana, visa estudar novos modelos de pagamento com stablecoins e IA, mas ainda não tem produtos ou prazos definidos.

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  • Nem a Visa nem a Nium revelaram prazos específicos para implantação ou volumes de transação projetados para o piloto.

    A falta de cronograma indica que o projeto está em fase inicial de experimentação, sem metas públicas de curto prazo.

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  • O anúncio da Visa no BLOOM ocorreu na terça-feira, 25 de agosto.

    A data específica permite rastrear a linha do tempo do evento e sua sincronia com outros anúncios do setor.

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  • O Shinhan Financial Group e a Visa assinaram um memorando de entendimento para testar emissão, transferência, remessa e resgate de stablecoins na Coreia do Sul, incluindo pagamentos com cartão e transações B2B e B2C.

    A parceria entre o Shinhan Financial Group e a Visa prevê testes na plataforma de stablecoins da Visa dentro do sistema financeiro sul-coreano, avaliando também modelos de pagamento baseados em IA. O projeto está em fase piloto, sem lançamento comercial definido.

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  • O piloto se concentra na camada de liquidação, não na forma como os clientes iniciam transações, e a Visa já opera liquidação com stablecoins em nove blockchains, com volume anualizado de cerca de US$ 7 bilhões.

    O teste da Visa avalia apenas o processo de liquidação entre instituições financeiras, sem alterar a interface com o usuário. A empresa já processa pagamentos com stablecoins em nove redes blockchain, movimentando aproximadamente US$ 7 bilhões por ano.

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  • A Visa já opera liquidação com stablecoins em nove blockchains, com volume anualizado de cerca de US$ 7 bilhões.

    O volume existente demonstra que a infraestrutura de stablecoins da Visa já é relevante e pode ser ampliada com o projeto BLOOM.

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  • A Nium é a primeira parceira selecionada pela Visa para testar o piloto sob o framework BLOOM.

    A escolha da Nium como parceira inicial mostra o foco em pagamentos transfronteiriços, um dos principais casos de uso das stablecoins reguladas.

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  • A Visa aderiu à iniciativa BLOOM em Singapura, liderada pelo MAS, que testa liquidação com stablecoins regulamentadas atreladas ao dólar e euro.

    A participação da Visa no programa do banco central de Singapura marca um passo importante para o uso de stablecoins em liquidações institucionais.

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  • O piloto se concentra na camada de liquidação, não na forma como os clientes iniciam transações.

    Isso indica que a mudança é no processo de compensação entre instituições financeiras, não na experiência do usuário final.

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  • A Visa já opera liquidação com stablecoins em nove redes blockchain, com um volume anualizado de aproximadamente US$ 7 bilhões.

    Esse dado indica a escala atual das operações da Visa com ativos digitais, servindo de base para o novo programa.

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  • A Visa já opera liquidação com stablecoins em nove redes blockchain, com volume anual em torno de US$ 7 bilhões.

    Isso mostra que a empresa já possui infraestrutura consolidada nesse tipo de transação, o que dá credibilidade ao piloto.

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  • A Visa aderiu ao programa BLOOM, liderado pelo MAS, e selecionou a Nium como primeira parceira para testar a liquidação com stablecoins.

    Essa adesão marca a participação de uma grande empresa de pagamentos em uma iniciativa regulatória de Cingapura para modernizar a liquidação financeira com moedas digitais.

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  • As proteções EMV opcionais que detectam relay não estavam habilitadas em nenhum cartão ou terminal testado, e nem Visa nem os bancos notificados confirmaram correção em andamento.

    Isso agrava a situação, pois mecanismos de defesa já existentes não são ativados por padrão, deixando os usuários vulneráveis.

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  • Pesquisadores da Universidade de Massachusetts Amherst demonstraram um ataque que reativa cartões Visa contactless expirados para compras reais, reescrevendo a data de validade lida pelo terminal via NFC, sem quebrar a criptografia do cartão.

    O ataque mostra que cartões vencidos podem voltar a ser usados, representando risco para usuários que descartam cartões antigos sem destruí-los.

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