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EUA acusam 17 iranianos por campanha de ciberataques e oferecem recompensa de US$ 10 milhões
5 fontesdesde 19 de agosto de 20266 artigos
O Departamento de Justiça dos EUA divulgou uma denúncia contra 17 membros do Instituto Mabna, ligado ao Irã, por uma campanha de anos de ciberataques a universidades, empresas e agências governamentais. O grupo teria roubado mais de 31 terabytes de dados e tentado extorquir a HBO em cerca de US$ 6 milhões em Bitcoin. O Tesouro americano anunciou sanções contra quase 60 entidades e indivíduos iranianos, e o Departamento de Estado oferece até US$ 10 milhões por informações.



Resumo
O presidente do Líbano, Joseph Aoun, reafirmou o compromisso do governo de 'acabar com a situação atual' no sul do país e disse que o maior desafio é a reconstrução após a retirada de Israel das cidades e vilas ocupadas.
Mostra que o governo libanês segue empenhado no cessar-fogo mediado pelos EUA e enfrenta o desafio da reconstrução.
O Departamento de Justiça dos EUA anunciou uma denúncia substitutiva acusando 17 membros do Instituto Mabna, incluindo nove que já haviam sido indiciados em 2018, por uma campanha de ciberataques em nome da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã e outros clientes.
Essa acusação formaliza a responsabilidade do grupo iraniano em ataques cibernéticos patrocinados pelo Estado.
O Departamento de Estado dos EUA está oferecendo uma recompensa de até US$ 10 milhões por informações sobre os indivíduos envolvidos.
A recompensa incentiva a delação para captura dos responsáveis.
A denúncia inclui acusações contra seis réus envolvidos no hack da HBO de 2017, incluindo tentativa de extorsão à empresa de aproximadamente US$ 6 milhões em Bitcoin, e o réu Behzad Mesri foi citado no caso.
Conecta a campanha cibernética a um crime de grande repercussão, o que amplia a gravidade das acusações.
O Departamento de Justiça dos EUA acusou 17 membros do Instituto Mabna, sediado no Irã, por uma campanha de ciberataques que atingiu centenas de universidades, empresas e agências governamentais nos EUA e no exterior.
A acusação formal amplia o escopo das ações do grupo iraniano, que atuava desde pelo menos 2013.
O grupo roubou mais de 31 terabytes de dados acadêmicos e propriedade intelectual de 144 universidades americanas, 178 estrangeiras, dezenas de empresas e cinco agências governamentais.
O volume de dados roubados evidencia a escala do comprometimento de instituições de pesquisa e ensino ao redor do mundo.
Seis dos réus, incluindo Behzad Mesri, foram ligados ao hack da HBO em 2017 e à tentativa de extorquir a empresa em cerca de US$ 6 milhões em Bitcoin.
O caso da HBO ilustra como o grupo também atuava em crimes financeiros, além do roubo de dados.
O Departamento de Estado dos EUA oferece uma recompensa de até US$ 10 milhões por informações sobre a localização dos réus.
A recompensa busca incentivar denúncias que levem à captura dos acusados, demonstrando a prioridade das autoridades americanas no caso.
O Tesouro dos EUA anunciou sanções contra quase 60 entidades, indivíduos e embarcações ligados ao Irã, incluindo um grupo de hackers afiliado ao Ministério de Inteligência e Segurança do Irã (MOIS) por comprometer infraestrutura crítica americana.
As sanções econômicas são uma medida paralela para sufocar financeiramente o regime iraniano e seus aliados cibernéticos.
Citações
“During the address, Aoun reaffirmed his government’s commitment to “end the current situation” in Southern Lebanon.”
— Joseph Aoun, presidente do Líbano
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