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Juiz britânico rejeita recurso de ex-CEO da Saitama contra extradição aos EUA
2 fontesdesde 26 de agosto de 20262 artigos
Um juiz do Reino Unido rejeitou o recurso de Manpreet Kohli, ex-CEO da Saitama, contra sua extradição para os Estados Unidos, onde ele enfrenta acusações de fraude eletrônica e manipulação de mercado. O caso agora segue para o governo britânico, que decidirá sobre a aprovação do pedido de extradição, enquanto Kohli permanece em liberdade sob fiança.


Resumo
Os promotores dos EUA acusam Kohli de fraude eletrônica, manipulação de mercado, conspiração e operação de negócio de transmissão de dinheiro sem licença, relacionadas ao token Saitama.
As acusações envolvem crimes financeiros sérios, com potencial para longas penas de prisão se condenado.
A Saitama é um token baseado em Ethereum que chegou a ter uma capitalização de mercado de US$ 7,5 bilhões.
O tamanho do valor de mercado do token indica a magnitude do suposto esquema e o impacto potencial para investidores.
O juiz Samuel Goozee rejeitou o recurso de Manpreet Kohli, mas o caso foi enviado ao governo britânico para decidir sobre a extradição.
A decisão final ainda não foi tomada, pois o processo agora está nas mãos do governo, e Kohli ainda pode recorrer.
Kohli desafiou a extradição argumentando que as autoridades dos EUA não poderiam lidar adequadamente com seus problemas de saúde mental e risco de suicídio sob custódia.
Este foi o principal argumento da defesa, que o juiz considerou insuficiente diante das salvaguardas do sistema prisional dos EUA.
Um juiz britânico rejeitou o recurso do ex-CEO da Saitama, Manpreet Kohli, contra a extradição para os EUA, enviando o caso para o governo do Reino Unido.
A rejeição do recurso é um passo importante para o processo de extradição, mas Kohli ainda pode apelar da decisão.
O juiz Samuel Goozee rejeitou o recurso de Manpreet Kohli e encaminhou o caso ao governo do Reino Unido para decidir sobre o pedido de extradição dos EUA.
A decisão judicial transfere a responsabilidade final para o governo britânico, que avaliará se Kohli será entregue às autoridades americanas.
Kohli permanece em liberdade sob fiança de £200.000 (cerca de US$ 272.400) e ainda pode recorrer da decisão, não tendo sido condenado.
A fiança mantém Kohli em liberdade enquanto o processo de extradição continua, e ele ainda tem oportunidades legais para contestar.
Os promotores alegam que Kohli e outros coordenaram compras e usaram formadores de mercado pagos para inflar a atividade de negociação do token, prática conhecida como wash trading.
A suposta manipulação envolvia criar volume falso de negociações para enganar investidores, o que é uma violação grave das leis de valores mobiliários.
O caso está ligado a uma investigação de 2024 chamada 'Operation Token Mirrors'.
A investigação maior indica que as ações de Kohli fazem parte de um esquema mais amplo investigado pelas autoridades americanas.
Um juiz britânico rejeitou o recurso de Manpreet Kohli contra sua extradição para os Estados Unidos.
A decisão judicial é um passo importante no processo de extradição, mas não é definitiva, pois o caso ainda será analisado pelo governo do Reino Unido.
O caso agora segue para o governo do Reino Unido, que decidirá se aprova o pedido de extradição feito pelos EUA.
A decisão final sobre a extradição não cabe mais ao juiz, mas sim às autoridades políticas britânicas, o que pode prolongar o processo.
Kohli permanece em liberdade sob fiança de £200.000 (cerca de US$ 272.400) e ainda pode recorrer da decisão.
A liberdade sob fiança e a possibilidade de recurso indicam que a extradição não é imediata e que Kohli ainda tem opções legais.
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