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Malware Manic monitora 169 apps e espiona celulares mesmo offline
2 fontesdesde 20 de agosto de 20262 artigos
O malware Android Manic, ativo desde fevereiro de 2026, mira bancos ucranianos, serviços governamentais e aplicativos de mensagens, além de instituições financeiras russas e europeias. Ele combina capacidades de malware bancário e spyware, monitora 169 aplicativos e usa uma técnica de malha Wi-Fi para exfiltrar dados mesmo sem internet. Uma versão atualizada, detectada em julho, adicionou verificações anti-análise mais fortes e carregamento de código na memória.


Resumo
O malware Manic tem como alvo bancos ucranianos, serviços governamentais e de identidade, aplicativos de mensagens, instituições financeiras russas e europeias, fintechs, serviços de criptomoeda e comunicações militares.
Isso indica um amplo escopo de espionagem financeira e comprometimento de infraestruturas críticas.
Manic combina recursos de malware bancário e spyware, permitindo fraude financeira e vigilância.
A combinação amplia o potencial de dano, pois coleta dados sensíveis e acessa contas.
O malware usa uma técnica de malha Wi-Fi para retransmitir dados por dispositivos infectados próximos, permitindo exfiltração mesmo sem internet.
Isso permite que dados sejam roubados de dispositivos desconectados, aumentando a persistência e o alcance.
A distribuição ocorre por sites de phishing e aplicativos disfarçados de utilitários.
A distribuição enganosa facilita a infecção de usuários comuns.
A campanha do Manic remonta a fevereiro de 2026, com o primeiro domínio registrado usando identidade falsa.
A longa atividade sugere uma operação persistente e em evolução.
A nova variante incorpora verificações anti-análise mais fortes e capacidade de phishing na tela de bloqueio.
Isso torna a detecção e a remoção mais difíceis, além de aumentar o roubo de credenciais.
O Manic é uma ameaça que combina capacidades de malware bancário e spyware, com coleta de dados, vigilância e recursos de controle de dispositivo.
Manic combina funcionalidades de malware bancário e spyware, permitindo fraude financeira e vigilância.
A campanha do malware Manic foi observada ativamente visando bancos ucranianos, serviços de identidade e aplicativos de mensagens, bem como instituições financeiras russas e europeias, fintechs globais, serviços de criptomoeda e comunicações militares.
O Manic está em desenvolvimento ativo desde 2026 e monitora 169 aplicativos, incluindo bancos, serviços de identidade, e aplicativos de mensagens.
O Manic combina capacidades de malware bancário e spyware, exfiltrando dados do dispositivo mesmo offline, via mesh Wi-Fi, inclusive de serviços de mensageiros e email.
Manic intercepta dados de apps de mensageiros e email, armazenando-os para exfiltração quando o dispositivo estiver conectado à internet, mesmo que o aparelho esteja offline.
O malware Manic, ativo desde fevereiro de 2026, exfiltra dados de dispositivos offline usando uma técnica de malha Wi-Fi para retransmitir informações através de dispositivos infectados próximos.
Novo malware Android com capacidade inédita de vazar dados sem conexão com a internet, usando outros dispositivos infectados como ponte.
O malware Manic é observado ativamente visando bancos ucranianos, serviços governamentais e de identidade, aplicativos de mensagens, instituições financeiras russas e europeias, fintechs globais, serviços de criptomoeda e comunicações militares.
O foco em comunicações militares indica um possível patrocinador estatal ou um grupo com interesses geopolíticos, tornando a ameaça mais grave.
A campanha do Manic remonta a fevereiro de 2026, com o primeiro domínio registrado usando identidade falsa, e uma nova variante com verificações anti-análise e phishing na tela de bloqueio surgiu em julho.
A extensão temporal e a evolução da campanha demonstram que os atacantes estão ativos há meses, desenvolvendo e aprimorando suas ferramentas.
O malware Manic monitora 169 aplicativos Android diferentes, incluindo apps bancários e de pagamento em vários países europeus, serviços de eID, exchanges e carteiras de criptomoedas, ferramentas 2FA, mensageiros, navegadores e clientes de email.
A ampla cobertura de aplicativos indica um espionagem abrangente, permitindo rastrear dinheiro, mensagens, localização e arquivos da vítima em um só dispositivo.
A campanha do malware Manic remonta a fevereiro de 2026, quando o primeiro domínio foi registrado com uma identidade falsa, e esforços ativos de desenvolvimento surgiram logo depois.
A origem em fevereiro de 2026 mostra que a campanha já está ativa há meses, com desenvolvimento contínuo e novas versões sendo lançadas.
Uma versão atualizada do Manic, observada em julho, adicionou verificações anti-análise mais fortes, carregamento de código DEX na memória e uma técnica chamada lock-secret phishing.
A nova versão indica evolução do malware, com medidas para evitar detecção e roubar segredos de tela de bloqueio.
Citações
“Manic sits at the intersection of Android banking malware and mobile spyware, combining financial-fraud capabilities with broader surveillance and device-control features,”
— ThreatFabric, empresa de segurança
“The Dutch security company said the malware family's activity dates back to February 2026, when the first domain was registered with a fabricated persona.”
— ThreatFabric, empresa de segurança
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