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Ministério da Justiça pede que ANPD avalie riscos de companheiros de IA
3 fontesdesde 21 de setembro de 20263 artigos
O Ministério da Justiça recomendou à ANPD que avalie os riscos dos serviços de 'companheiros de IA', que simulam amizade e romance, após análise preliminar de 13 plataformas. O órgão aponta indícios de 'desconformidades', como falhas na verificação de idade e riscos de uso compulsivo, sem afirmar que houve infrações.



Resumo
O Ministério da Justiça recomendou que a ANPD avalie os riscos dos chamados 'companheiros de IA', serviços que simulam amizade e romance.
É o pedido formal do governo para que a agência reguladora investigue esses serviços, iniciando uma possível fiscalização.
O documento é uma nota técnica da Secretaria Nacional de Direitos Digitais e sugere que a ANPD examine os serviços à luz do ECA Digital.
A nota técnica é o instrumento oficial que embasa o pedido, conectando-o à lei de proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital.
O documento não afirma que as plataformas cometeram infrações, mas aponta indícios de 'desconformidades' após análise de 13 serviços.
O tom da nota é de alerta e pedido de investigação, sem acusação formal de irregularidade.
Os 13 serviços analisados incluem Character.AI, Replika, Nomi, Candy.ai, Kindroid, Chai, Paradot, Talkie, CrushOn.AI, EVA AI, Anima, Swipey e SpicyChat.AI.
Listar as plataformas investigadas é importante para que a ANPD saiba exatamente o escopo da análise.
Entre os pontos que o governo considera merecer investigação estão verificação de idade, uso compulsivo, exposição a conteúdo inadequado e uso de dados para perfis emocionais.
São os riscos concretos que justificam a recomendação de investigação pela agência reguladora.
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