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Senado dos EUA rejeita avanço da Lei de Clareza sobre Ativos Digitais
2 fontesdesde 17 de setembro de 20263 artigos
Na terça-feira, 15 de setembro, o Senado dos EUA não conseguiu avançar com a Lei de Clareza do Mercado de Ativos Digitais, ficando aquém dos 60 votos necessários. Apesar do revés, empresas como Circle, Coinbase e S&P Global continuaram a lançar produtos e parcerias voltados para ativos digitais e stablecoins, indicando que o setor prossegue independentemente da falta de um quadro regulatório abrangente.



Resumo
O Senado dos EUA falhou em avançar com a Lei de Clareza do Mercado de Ativos Digitais em 15 de setembro.
A votação de 49 a 50 ficou abaixo dos 60 votos necessários, estagnando a legislação abrangente sobre criptomoedas.
Após o fracasso legislativo, a SEC ampliou suas regras para criptoativos com uma ordem temporária para negociação de ações tokenizadas.
A medida aproxima os mercados financeiros da negociação 24/7, usando a autoridade existente da SEC.
A CFTC submeteu uma proposta de regulação de criptomoedas à Casa Branca para revisão.
Isso demonstra que os reguladores estaduais e federais estão correndo para criar regras, preenchendo o vácuo deixado pelo Congresso.
Circle lançou a blockchain Arc, voltada para mercados financeiros e atividades econômicas de agentes de IA.
A iniciativa mostra que as empresas de criptomoedas continuam inovando, apesar da falta de clareza regulatória.
Coinbase solicitou aprovação regulatória para listar contratos perpétuos vinculados a ações individuais de grandes empresas dos EUA.
Isso ampliaria a oferta de derivativos de cripto para investidores, apesar do impasse no Senado.
A S&P Global adquiriu a OpenZeppelin para expandir seus negócios de avaliação de risco para produtos financeiros on-chain.
A aquisição indica a entrada de grandes empresas tradicionais no ecossistema de criptomoedas, mesmo sem regras claras.
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