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Shake Shack fecha acordo para abrir 40 lojas no Brasil até 2036

3 fontesdesde 07 de outubro de 20263 artigos

A rede americana de hambúrgueres Shake Shack anunciou um acordo de licenciamento com a Bold Hospitality Company, holding dona do Outback no Brasil, para abrir pelo menos 40 lojas no país até 2036. A primeira unidade deve ser inaugurada em São Paulo no primeiro semestre de 2027. O mercado brasileiro de hamburguerias movimenta cerca de R$ 40 bilhões por ano, segundo estimativa da Vinci, investidora da Bold.

Resumo

  • A Shake Shack fechou acordo com a Bold Hospitality Company para abrir pelo menos 40 lojas no Brasil até 2036.

    A entrada da rede americana no país marca expansão no mercado latino-americano e disputa com gigantes locais como McDonald's e Burger King.

  • A primeira unidade da Shake Shack no Brasil será inaugurada em São Paulo em 2027.

    A escolha da capital paulista para a estreia é estratégica, já que a cidade concentra grande mercado consumidor e competição acirrada no setor de fast-food.

  • A Bold opera no Brasil as marcas Outback Steakhouse, Abbraccio e Aussie, e foi criada em 2025 a partir de parceria entre a Vinci Compass e a Bloomin' Brands.

    A holding já tem experiência no setor de restaurantes no país, o que pode facilitar a operação da nova marca.

  • O mercado brasileiro de hamburguerias movimenta quase R$ 40 bilhões por ano e cresce entre 5% e 7% ao ano, segundo Carlos Eduardo Martins, da Vinci.

    O potencial de crescimento do setor justifica a aposta da rede americana no país, mas ela terá de disputar consumidores com marcas já consolidadas.

  • A Shake Shack foi fundada em Nova York, em 2004, e atualmente tem mais de 700 lojas em 20 países.

    A expansão da marca mostra sua relevância global, mas na América Latina ela só está presente no México até agora.

Citações

  • “o mercado brasileiro de hamburguerias movimenta quase R$ 40 bilhões por ano e cresce entre 5% e 7% ao ano”

    O potencial de crescimento do setor justifica a aposta da rede americana no país, mas ela terá de disputar consumidores com marcas já consolidadas.

    — Carlos Eduardo Martins, da Vinci, investidora da Bold · ver em InvestNews ↗

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