Trump assina memorando que autoriza empresas privadas a conduzir operações cibernéticas…

08 de agosto de 2026 · 4 fontes independentes

O programa será coordenado pelo Centro Nacional de Coordenação (NCC) da Força-Tarefa de Segurança Interna, com supervisão conjunta dos Departamentos de Justiça e Segurança Interna.

A coordenação centralizada garante que as operações privadas estejam alinhadas com as prioridades de segurança nacional.

Empresas participantes devem ser selecionadas após avaliação, assinar contratos, depositar uma caução de pelo menos 1 milhão de dólares e passar por revisão anual.

A caução e a revisão periódica visam garantir a responsabilidade das empresas e mitigar riscos de uso indevido.

A medida pode alcançar grupos como PCC e Comando Vermelho, mas o memorando não os cita nominalmente; para serem alvo, precisam se enquadrar na definição de organizações envolvidas em crimes…

Isso significa que, apesar de serem ameaças potenciais, os grupos só serão atacados se estiverem envolvidos em cibercrimes, o que exige avaliação caso a caso.

Em março, o governo Trump havia descartado operações ofensivas privadas; o conselheiro sênior Thomas Lind afirmou que não havia planos para isso.

Mostra a reversão da posição oficial em poucos meses, destacando a mudança estratégica na política de segurança cibernética dos EUA.

O presidente Donald Trump assinou em 12 de agosto um memorando autorizando empresas privadas americanas a conduzir operações cibernéticas ofensivas contra organizações criminosas transnacionais que…

Este é o fato central do evento: a mudança de política que envolve o setor privado em ações ofensivas de cibersegurança.

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