O AGENTICO
CISA
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O que as fontes disseram sobre CISA
A CISA elevou a gravidade de uma vulnerabilidade de 7.1 para 9.8 (crítica) e adicionou diversas vulnerabilidades ao catálogo KEV, incluindo em MLflow, Ray, Oracle, macOS, SharePoint, vCenter, IKE da Microsoft, Zimbra, ownCloud, além de produtos Red Hat, SQL Server, Ajax.NET, Linux Kernel e Citrix. A agência também conduziu avaliações de red team com comprometimento total em duas organizações de infraestrutura crítica, confirmou ataques a mais de 100 sistemas de água e esgoto nos EUA, alertou sobre riscos de exposição de PLCs à internet e emitiu alerta conjunto com NSA e FBI sobre uso de IA em ataques a sistemas de controle industrial.
Citações
“Directly connecting PLCs to the internet through cellular modems can create significant security risks. However, internet exposure reduction does not mean disabling necessary remote access; organizations should remove remote access when it is unnecessary and secure it when it is necessary.”
Agência de segurança cibernética dos EUA
Menções

A CISA adicionou a vulnerabilidade CVE-2023-49105 do ownCloud ao catálogo KEV.
Isso indica que a falha é conhecida por ser explorada e agências federais dos EUA devem aplicar correções.

Um alerta conjunto da NSA, CISA e FBI de meados de agosto revela que atacantes já estão usando IA para escrever scripts de exploração direcionados a sistemas de controle industrial, como Siemens S7, nos setores de energia, água, química e manufatura dos EUA.
O alerta fornece evidência concreta de que a ameaça não é apenas teórica, mas já está sendo explorada, aumentando a urgência das recomendações da carta.

A CISA adicionou vulnerabilidades do Red Hat libuser, Red Hat Automatic Bug Reporting Tool, Microsoft SQL Server, Ajax.NET Professional, Linux Kernel e Citrix NetScaler ao seu catálogo de Vulnerabilidades Exploradas Conhecidas (KEV).
A inclusão no catálogo KEV pela agência de segurança dos EUA indica que estas falhas estão sendo ativamente exploradas e exigem remediação urgente.

A CISA alertou que expor PLCs à internet pode criar riscos de segurança significativos, mas a redução da exposição não significa eliminar o acesso remoto necessário.
A recomendação da agência é que as organizações equilibrem a necessidade de acesso remoto com a segurança, removendo conexões desnecessárias e protegendo as essenciais.

A CISA confirmou que mais de 100 sistemas expostos à internet no setor de água e esgoto dos EUA foram alvo de ataques cibernéticos em julho de 2026.
O número de sistemas afetados indica uma escalada significativa na ameaça contra infraestrutura crítica dos EUA.

A primeira organização, chamada Organização A, do setor de Serviços Governamentais e Instalações, não detectou nem conteve a atividade do red team, descobrindo apenas após o aviso da CISA.
A falha completa de detecção mostra que muitas organizações podem ser comprometidas sem perceber, o que é crítico para a segurança nacional.

A CISA conduziu duas avaliações simultâneas de red team em duas organizações de infraestrutura crítica, e em ambos os casos obteve comprometimento total do domínio.
Isso demonstra que a escala de comprometimento foi máxima mesmo em cenários reais de infraestrutura crítica.

A CISA adicionou a vulnerabilidade CVE-2026-73570 no Zimbra Collaboration Suite ao catálogo KEV, com exploração ativa confirmada pelo CERT Polska.
A confirmação do CERT Polska reforça a necessidade de aplicação imediata do patch fornecido pela Zimbra.

A CISA adicionou quatro vulnerabilidades críticas ao catálogo KEV: CVE-2026-65400 (macOS), CVE-2026-55040 (SharePoint), CVE-2026-59310 (vCenter) e CVE-2026-33824 (IKE do Microsoft), todas com exploração ativa.
Essas falhas estão sendo exploradas e exigem correção imediata por parte das organizações afetadas.

A CISA adicionou a vulnerabilidade crítica CVE-2025-62593 no Ray ao catálogo KEV, citando exploração ativa que permite execução remota de código via DNS rebinding.
A inclusão no KEV indica que a falha é explorada ativamente e deve ser corrigida com urgência.

A CISA ad высшioned ao catálogo KEV o CVE-2026-21962, um falha crítica não autenticada no Oracle HTTP Server e no Oracle WebLogic Server Proxy Plug-in, com pontuação CVSS 10.0, explorável via HTTP sem credenciais.
O problema mais importante porque servidores Oracle HTTP e WebLogic atualmente expostos para a internet podem ser assumidos em remote com escada de energia e escala de dados.

A CISA adicionou a vulnerabilidade CVE-2025-62593 (CVSS 9.4) no framework Ray ao catálogo KEV, que permite execução remota de código via navegadores Firefox e Safari por meio de ataque de DNS rebinding.
Essa falha crítica em um framework amplamente usado para cargas de IA/ML eleva o risco de ataques remotos a desenvolvedores e ambientes de computação distribuída.

A CISA elevou a pontuação CVSS da vulnerabilidade de 7.1 para 9.8, classificando-a como crítica.
A elevação reflete o alto risco de exploração automática e o impacto severo do comprometimento do sistema.

A CISA elevou a pontuação da vulnerabilidade para 9.8, considerada crítica, acima da classificação anterior de 7.1.
O aumento da gravidade pela agência de segurança cibernética dos EUA reflete o alto risco de exploração e o impacto potencial.

A CISA elevou a pontuação de gravidade da vulnerabilidade para 9.8, considerada crítica, acima da avaliação inicial de 7.1.
Isso reflete a alta criticidade da falha, dado que ela foi explorada ativamente e permite controle total do sistema.
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