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Coinkite
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O que as fontes disseram sobre Coinkite
Pesquisadores da Block descobriram uma falha no firmware da Coldcard (versão 4.0.1) que gerava seeds com entropia fraca, permitindo que hackers roubassem mais de 1.755 bitcoins (cerca de US$ 115 milhões) de aproximadamente 700 endereços em poucos dias. A vulnerabilidade, introduzida em março de 2021, permaneceu sem detecção por mais de cinco anos. Após a divulgação, a Coinkite notificou os usuários para transferirem seus fundos, alertou as autoridades dos EUA e lançou novas medidas de segurança, incluindo a exigência de aleatoriedade manual na geração de seeds.
Menções

A Coinkite lançou novas medidas de segurança, incluindo a exigência de aleatoriedade manual ao gerar novas seeds.
As medidas visam evitar novas explorações da mesma falha e aumentar a confiança dos usuários.

A falha de firmware foi introduzida em março de 2021 na versão 4.0.1 para dispositivos Coldcard Mk3, fazendo a geração de seeds cair para um gerador pseudoaleatório fraco.
A causa raiz do ataque foi a perda de entropia na criação das frases-semente, permitindo que atacantes adivinhassem chaves privadas.

O CEO da Coinkite, Rodolfo Novak (NVK), havia dito publicamente em 2020 que se arrependia de ter escolhido a GPL, e a empresa depois adotou uma licença com Commons Clause, que não é open source.
Isso contextualiza as decisões de licenciamento que levaram ao firmware vulnerável, sugerindo que a mudança de licença pode ter reduzido a auditoria externa.

A falha foi introduzida em março de 2021 com a versão 4.0.1 do firmware da Coldcard e permaneceu sem detecção por mais de cinco anos.
Isso mostra que bugs críticos podem passar despercebidos por anos, mesmo em sistemas que deveriam ser auditados pela comunidade.

O hack à Coldcard explorou uma falha de firmware que gerou seeds com entropia fraca, levando ao roubo de mais de US$ 115 milhões em bitcoin de mais de 700 endereços.
Isso demonstra que mesmo carteiras de hardware populares podem ter vulnerabilidades graves que afetam a segurança dos fundos dos usuários.

O CEO da Coinkite, Rodolfo Novak (NVK), havia dito publicamente em 2020 que se arrependia de ter escolhido a licença GPL, dois dias após um concorrente anunciar um dispositivo baseado nesse código.
A mudança de licença pode ter reduzido a auditoria externa, contribuindo para a não detecção do bug.

O bug entrou no código em março de 2021 e permaneceu em código aberto por mais de cinco anos sem ser detectado.
A longa exposição do bug indica falhas no processo de verificação comunitária, apesar da licença de código aberto.

A vulnerabilidade foi causada por uma atualização de firmware da Coldcard versão 4.0.1, que redirecionou a geração de seeds para um gerador de números aleatórios por software.
Essa falha, presente desde 2021, permitiu que atacantes recriassem as seeds e acessassem os fundos.

A Coinkite notificou seus usuários sobre o comprometimento das carteiras e recomendou a transferência dos recursos, enquanto autoridades dos Estados Unidos foram alertadas sobre o crime.
Reação imediata da fabricante e envolvimento de autoridades, crucial para a coordenação da resposta ao incidente.

Hackers exploraram uma falha nas carteiras Coldcard e roubaram mais de 1.755 bitcoins, avaliados em cerca de US$ 110 milhões, de aproximadamente 5.000 carteiras em poucos dias.
Este é o impacto direto do ataque, mostrando o enorme valor perdido e a escala de usuários afetados.

A falha permaneceu oculta por mais de cinco anos e só foi descoberta após investigações de pesquisadores da Block, que divulgaram o caso à fabricante Coinkite.
O longo período sem detecção explica a extensão do roubo e levanta dúvidas sobre a confiabilidade de dispositivos de segurança que se dizem invioláveis.
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