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Coldcard
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O que as fontes disseram sobre Coldcard
Uma vulnerabilidade no firmware da Coldcard (versão 4.0.1, introduzida em março de 2021) usou um gerador pseudoaleatório com entropia insuficiente, permitindo que atacantes roubassem mais de 1.755 BTC (~US$ 110 milhões) de cerca de 5.000 carteiras em poucos dias. A Coinkite notificou os usuários e recomendou a transferência dos fundos, além de alertar as autoridades dos EUA; posteriormente, o número foi atualizado para 1.778 BTC (~US$ 112 milhões) de 8.600 carteiras, sem atividade dos atacantes desde 6 de agosto, e o bug permaneceu sem detecção por mais de cinco anos.
Menções

A Coinkite lançou novas medidas de segurança, incluindo a exigência de aleatoriedade manual ao gerar novas seeds.
As medidas visam evitar novas explorações da mesma falha e aumentar a confiança dos usuários.

As perdas totais do ataque à Coldcard superam US$ 115 milhões em bitcoin, segundo a Galaxy Research, e alguns rastreadores estimam mais de US$ 130 milhões.
Este valor dimensiona o impacto financeiro do maior roubo de hardware wallet da história do bitcoin.

A primeira varredura esvaziou aproximadamente 500 carteiras em 25 minutos, e a primeira onda moveu 1.082,65 BTC.
Isso mostra a velocidade e escala do ataque inicial.

O CEO da Coinkite, Rodolfo Novak (NVK), havia dito publicamente em 2020 que se arrependia de ter escolhido a GPL, e a empresa depois adotou uma licença com Commons Clause, que não é open source.
Isso contextualiza as decisões de licenciamento que levaram ao firmware vulnerável, sugerindo que a mudança de licença pode ter reduzido a auditoria externa.

A Galaxy Research estima que pelo menos 15 atacantes distintos exploraram a falha de forma independente.
Isso sugere que a vulnerabilidade foi amplamente explorada por múltiplos agentes, tornando a recuperação mais complexa.

A falha foi introduzida em março de 2021 com a versão 4.0.1 do firmware da Coldcard e permaneceu sem detecção por mais de cinco anos.
Isso mostra que bugs críticos podem passar despercebidos por anos, mesmo em sistemas que deveriam ser auditados pela comunidade.

O hack à Coldcard explorou uma falha de firmware que gerou seeds com entropia fraca, levando ao roubo de mais de US$ 115 milhões em bitcoin de mais de 700 endereços.
Isso demonstra que mesmo carteiras de hardware populares podem ter vulnerabilidades graves que afetam a segurança dos fundos dos usuários.

A primeira varredura dos atacantes esvaziou aproximadamente 500 carteiras em 25 minutos.
A rapidez da exploração demonstra a eficiência do ataque e a vulnerabilidade das carteiras afetadas.

O bug entrou no código em março de 2021 e permaneceu em código aberto por mais de cinco anos sem ser detectado.
A longa exposição do bug indica falhas no processo de verificação comunitária, apesar da licença de código aberto.

A vulnerabilidade foi causada por uma atualização de firmware da Coldcard versão 4.0.1, que redirecionou a geração de seeds para um gerador de números aleatórios por software, e não afetou carteiras multisig.
Explica a causa técnica do roubo e a proteção das carteiras multisig.

O ataque à Coldcard drenou mais de 1.778 bitcoins (cerca de US$ 112 milhões) de mais de 8.600 carteiras, sem atividade dos atacantes desde 6 de agosto, com suspeita de uma quarta onda que pode elevar o total para 2.417 BTC.
Destaca a magnitude do maior roubo de hardware wallets e a possibilidade de perdas maiores.

Uma falha de firmware da Coldcard versão 4.0.1 permitiu que atacantes drenassem mais de 1.778 bitcoins (cerca de US$ 112 milhões) de mais de 8.600 carteiras, com suspeita de uso de inteligência artificial sem restrições.
É o maior ataque a carteiras de hardware já registrado, levantando questões sobre segurança de firmware e uso de IA por criminosos.

A vulnerabilidade foi causada por uma atualização de firmware da Coldcard versão 4.0.1, que redirecionou a geração de seeds para um gerador de números aleatórios por software.
Essa falha, presente desde 2021, permitiu que atacantes recriassem as seeds e acessassem os fundos.

Mais de 1.778 bitcoins (cerca de US$ 112 milhões) foram drenados de mais de 8.600 carteiras Coldcard, sem atividade dos atacantes desde 6 de agosto.
O ataque é o maior já registrado a carteiras de hardware, afetando milhares de usuários.

A Coinkite notificou seus usuários sobre o comprometimento das carteiras e recomendou a transferência dos recursos, enquanto autoridades dos Estados Unidos foram alertadas sobre o crime.
Reação imediata da fabricante e envolvimento de autoridades, crucial para a coordenação da resposta ao incidente.

A vulnerabilidade estava na geração das seed phrases (chaves privadas): determinadas versões do firmware da Coldcard usaram um gerador pseudoaleatório (PRNG) com entropia insuficiente, em vez do gerador verdadeiramente aleatório (TRNG).
Explica a causa técnica do roubo, fundamental para que usuários e fabricantes entendam como o ataque foi possível.

Hackers exploraram uma falha nas carteiras Coldcard e roubaram mais de 1.755 bitcoins, avaliados em cerca de US$ 110 milhões, de aproximadamente 5.000 carteiras em poucos dias.
Este é o impacto direto do ataque, mostrando o enorme valor perdido e a escala de usuários afetados.
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