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CISA adiciona falha crítica do FortiMail da Fortinet ao catálogo KEV

2 fontesdesde 02 de outubro de 20262 artigos

A agência de segurança cibernética dos EUA (CISA) incluiu uma vulnerabilidade crítica no FortiMail da Fortinet, rastreada como CVE-2026-104286, em seu catálogo de vulnerabilidades exploradas conhecidas (KEV). A falha, com pontuação CVSS de 9.8, permite que atacantes não autenticados gravem arquivos arbitrários no sistema por meio de requisições HTTP ou HTTPS maliciosas. A Fortinet confirmou a exploração ativa da vulnerabilidade e recomendou medidas de mitigação até que correções estejam disponíveis.

Resumo

  • A CISA adicionou a falha crítica do FortiMail, CVE-2026-104286, ao seu catálogo de Vulnerabilidades Exploradas Conhecidas (KEV).

    A inclusão no catálogo KEV alerta agências federais dos EUA sobre a exploração ativa, exigindo correção urgente.

  • A vulnerabilidade CVE-2026-104286 tem pontuação CVSS de 9.8 e permite que um atacante não autenticado grave arquivos arbitrários no sistema.

    A pontuação máxima de severidade e a possibilidade de escrita arbitrária de arquivos indicam alto risco de comprometimento total do sistema.

  • A Fortinet confirmou que a vulnerabilidade está sendo explorada ativamente e recomendou desativar o suporte ao recurso IBE e restringir o acesso à interface de gerenciamento.

    A confirmação de exploração ativa e as medidas de mitigação recomendadas são cruciais para que administradores protejam seus sistemas imediatamente.

  • A falha é um problema de path traversal e neutralização inadequada de caracteres NULL, explorável via requisições HTTP ou HTTPS.

    A combinação dessas fraquezas permite que o atacante contorne restrições de caminho e validações, facilitando a escrita de arquivos maliciosos.

  • Diversas versões do FortiMail são afetadas, incluindo 8.0.0 a 8.0.1, 7.6.0 a 7.6.6, 7.4.0 a 7.4.8 e 7.2.0 a 7.2.9.

    A lista de versões vulneráveis mostra que a falha afeta uma ampla gama de instalações, exigindo atenção de muitos administradores.

Citações

  • “An improper limitation of a pathname to a restricted directory ('path traversal') [CWE-22] and improper neutralization of NULL byte or NULL character [CWE-158] vulnerability may allow an unauthenticated attacker to write arbitrary files on the underlying system via crafted HTTP or HTTPS requests," Fortinet said in an advisory.”

    A combinação dessas fraquezas permite que o atacante contorne restrições de caminho e validações, facilitando a escrita de arquivos maliciosos.

    — Fortinet, Empresa de segurança · ver em The Hacker News ↗

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