O AGENTICO
Anatel valida Vivo Anti-Spam e define regras para operadoras
5 fontesdesde 12 de agosto de 20267 artigos
A Anatel rejeitou recursos contra o Vivo Anti-Spam, concluindo que não há violação regulamentar ou prática anticompetitiva. Em seguida, publicou o Despacho Decisório nº 82/2026 com regras para que operadoras implementem mecanismos antispam, exigindo gratuidade, opt-out e critérios objetivos para bloqueio.



Resumo
Das pouco mais de 5 mil empresas que solicitaram o atestado de regularidade, aproximadamente metade estava completamente regular e a outra metade apresentou pendências.
Isso mostra que, mesmo entre as empresas que tentaram se regularizar, muitas ainda têm problemas, principalmente técnicos e trabalhistas.
A Anatel pode abrir processos contra cerca de 13 mil prestadoras de banda larga que não comprovaram regularidade, com risco de cassação das outorgas.
Isso indica uma ação massiva de fiscalização que pode tirar do mercado pequenas operadoras que atuam de forma irregular, impactando a concorrência e a qualidade da banda larga.
Cerca de 10 mil prestadoras não possuem nenhum registro de estação na Anatel, situação considerada suspeita e que pode motivar fiscalização detalhada.
A ausência de registro de estação indica possível operação sem autorização ou de forma oculta, algo que a agência considera suspeito e pode gerar sanções.
Entre os problemas encontrados no grupo com pendências, 49% estão relacionados à documentação técnica, 46% envolvem questões trabalhistas e 4% correspondem a pendências fiscais.
A maioria das irregularidades é técnica e trabalhista, o que pode afetar diretamente a qualidade do serviço e as condições de trabalho nas operadoras.
A Anatel indeferiu os pedidos de outras operadoras contra o Vivo Anti-Spam, concluindo que não há violação regulamentar ou prática anticompetitiva.
A decisão da agência reguladora permite que a Vivo mantenha o serviço ativo, impactando a concorrência no setor de telecomunicações.
O Vivo Anti-Spam é ativado automaticamente nos clientes, mas os usuários podem desativá-lo.
Isso garante a liberdade de escolha do consumidor, enquanto a proteção padrão aumenta a efetividade do serviço.
A Anatel recomendou que suas áreas competentes avaliem a adoção de critérios de filtragem massiva extensíveis a outras redes.
Isso pode levar a um padrão único para todas as operadoras, garantindo tratamento igualitário no mercado.
A Vivo afirmou que apenas 0,007% dos usuários cancelam o serviço, indicando boa aceitação.
Isso reforça a argumentação da Vivo sobre a aceitação pública do bloqueio, evidenciando baixa rejeição.
O Vivo Anti-Spam é ativado por padrão, mas o usuário pode desativá-lo a qualquer momento.
A possibilidade de opt-out garante liberdade de escolha ao consumidor, enquanto a ativação padrão protege usuários vulneráveis.
A Anatel recomendou que áreas competentes avaliem critérios de filtragem massiva extensíveis a outras redes.
A recomendação visa garantir isonomia entre operadoras, evitando vantagens competitivas indevidas.
A Vivo informou que apenas 0,007% dos usuários cancelam o serviço Vivo Anti-Spam.
A baixa taxa de cancelamento é usada pela Vivo como indicativo de aceitação do serviço pelo público.
A Anatel definiu critérios específicos para bloqueio de chamadas massivas, como alta proporção de chamadas de curta duração, baixa taxa de completamento e natureza da atividade econômica do originador.
Esses critérios orientam as operadoras na identificação de chamadas abusivas, garantindo alvos objetivos e evitando bloqueios arbitrários.
O Despacho Decisório nº 82/2026 da Anatel torna facultativa a adoção de ferramentas antispam pelas operadoras, mas, caso implementem, elas devem oferecê-las gratuitamente a toda a base de clientes, com comunicação prévia e direito de opt-out simples e gratuito.
A regra garante isonomia e proteção ao consumidor, já que o serviço não pode gerar custos e o usuário tem controle sobre a ativação.
O consumidor pode desativar o mecanismo antispam a qualquer momento, e a operadora deve concluir o pedido em até 24 horas.
A regra garante agilidade no atendimento ao pedido de desativação, dando efetividade ao direito do usuário.
A Anatel considerou que a ativação automática do Vivo Anti-Spam reduz a exposição de consumidores hipervulneráveis e com baixo letramento digital a golpes.
A decisão justifica a opção pelo sistema ativo por padrão, protegendo públicos mais vulneráveis.
A Anatel indeferiu os recursos de outras operadoras contra o Vivo Anti-Spam, concluindo que não há violação à regulamentação setorial nem prática anticompetitiva.
Esse julgamento permite que a Vivo continue usando seu bloqueio de chamadas, o que impacta a concorrência no setor de telecomunicações.
A Anatel publicou o Despacho Decisório nº 82/2026, que torna facultativa a adoção de mecanismos antispam pelas operadoras, mas estabelece parâmetros mínimos de transparência, proporcionalidade e não discriminação.
O despacho padroniza o uso de ferramentas de bloqueio no país, garantindo que operadoras que adotarem sigam regras claras.
As operadoras que implementarem antispam devem oferecê-lo gratuitamente a todos os clientes, com comunicação prévia e direito de opt-out simples, acessível e gratuito, com conclusão do pedido em até 24 horas.
Essa regra protege o consumidor, garantindo que ele possa desativar o bloqueio de forma fácil e sem custo.
A Anatel definiu critérios para o bloqueio de chamadas, como elevada proporção de chamadas de curtíssima duração, reduzida duração média, baixa taxa de completamento e natureza da atividade econômica do originador.
Esses critérios servem para distinguir chamadas legítimas de abusivas, evitando bloqueios excessivos.
A ativação automática do Vivo Anti-Spam foi considerada benéfica pela Anatel, pois reduz a exposição de consumidores hipervulneráveis e com baixo letramento digital a golpes.
A decisão reconhece que a proteção ativa por padrão ajuda pessoas mais vulneráveis a fraudes.
Todo dia, só o que dois veículos independentes confirmaram — no seu feed.